DNIT  VALEC  ANTT  Trem de Alta Velocidade  PAC - Programa de Aceleração do Crescimento  Passe Livre  Acesso à Informação   Portal Brasil

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TRANSPORTE RODOVIÁRIO

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ABCR

RELATÓRIO ANUAL 2009

Balanço dos catorze anos do setor de concessões, as realizações das empresas e a avaliação dos desempenhos operacionais e econômicos, ambientais e sociais das concessionárias.

 

AHITAR

ESTUDO DA OFERTA DE CARGAS NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DO CORREDOR DE TRANSPORTE CENTRO-NORTE

Estudo sobre a oferta de cargas na área de influência do corredor de Transportes Centro-Norte, visando definir a disponibilidade de carga para cada modal do corredor e, com isso a necessidade ou não de viabilizar o modal hidroviário.

 

ANFIR

ANUÁRIO DA INDÚSTRIA DE IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS – 2011

Anuário que trata da informação relativa à indústria produtora de implementos rodoviários no ano de 2011.

 

ANTT

AVALIAÇÃO DA GESTÃO ANTT

 

LEGISLAÇÃO BÁSICA DA ANTT

Legislação que aprova o Regimento Interno e a Estrutura Organizacional da ANTT, regulamenta a Medida Provisória que dispõe sobre o término do processo de liquidação e a extinção da Rede Ferroviária Federal S.A. – RFFSA e dispõe sobre a reestruturação dos transportes aquaviário e terrestre.

 

RELATÓRIO ANUAL 2009

Assegura aos usuários adequada prestação de serviços de transporte terrestre e exploração de infraestrutura rodoviária e ferroviária outorgada.

 

RELATÓRIO ANUAL DE RODOVIAS REGULADAS PELA ANTT

Apresenta os dados que caracterizam os aspectos mais relevantes de cada uma das Concessões hoje sob responsabilidade da ANTT

2010

http://www.antt.gov.br/html/objects/_downloadblob.php?cod_blob=2968 

 

2009

http://www.antt.gov.br/html/objects/_downloadblob.php?cod_blob=2969 

 

2008

http://www.antt.gov.br/html/objects/_downloadblob.php?cod_blob=2970 

 

2007

 

2006

2005

 

2004

 

2003

 

2002

http://www.antt.gov.br/html/objects/_downloadblob.php?cod_blob=2976

 

RELATÓRIOS ANUAIS DAS CONCESSÕES DE RODOVIAS

As concessões de rodovias representam hoje um importante instrumento de descentralização das atividades do Estado na área de transporte. Nesse processo, é fundamental que o poder público mantenha o controle sobre o serviço prestado e de forma transparente,  esse papel é desempenhado pela ANTT que  apresenta os relatórios Anuais de concessões de Rodovias.

2010

http://www.antt.gov.br/html/objects/_downloadblob.php?cod_blob=2968 

 

2009

http://www.antt.gov.br/html/objects/_downloadblob.php?cod_blob=2969 

 

2008

http://www.antt.gov.br/html/objects/_downloadblob.php?cod_blob=2970 

 

2007

 

2006

 

2005

 

2004

 

2003

 

2002

http://www.antt.gov.br/html/objects/_downloadblob.php?cod_blob=2976

  

RESOLUÇÃO ANTT N° 420, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2004

 

http://www.antt.gov.br/html/objects/_downloadblob.php?cod_blob=3310

 

RESOLUÇÕES DO ANO DE 2005

Estabelece procedimentos para que as empresas permissionárias atualizem os dados referente à frota de ônibus utilizada na prestação de serviços regulares de trasporte interestadual e internacional de passageiros.

 

RESOLUÇÕES DO ANO DE 2004

Institui o plano de contas Básico para o Setor de Transporte Rodoviário Interestadual e internacional de Passageiros.

ARSAM

ANUÁRIO ESTATÍSTICO: BIÊNIO 2008-2009

Informações sobre uma política para fortalecer o Sistema de Transporte Rodoviário Intermunicipal Coletivo de Passageiro no Estado do Amazonas.

 

BNDES

A INDÚSTRIA DE IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS E SUA IMPORTÂNCIA PARA O AUMENTO DA EFICIÊNCIA DO TRANSPORTE DE CARGAS NO BRASIL.

Panorama do setor industrial de fabricantes de implementos rodoviários tais como são os reboques, semirreboques e carrocerias, ou seja, os componentes do caminhão responsáveis pela função específica do transporte de cargas.

 

RETORNO DOS NOVOS INVESTIMENTOS PRIVADOS EM CONTEXTOS DE INCERTEZA: UMA PROPOSTA DE MUDANÇA DO MECANISMO DE CONCESSÃO DE RODOVIAS NO BRASIL.

Sugere a adoção da proposta de endogenização do prazo dos contratos de concessão, de forma que a firma vitoriosa na licitação seja a que apresentar o menor valor presente das receitas de pedágio.

 

CNT

PESQUISA CNT DE RODOVIAS

Análise anual sobre as condições reais das rodovias brasileiras, toda a malha federal pavimentada e os principais trechos sob jurisdição estadual e concessionada.

 

PESQUISA CNT DE RODOVIAS 2010

 

PESQUISA CNT DE RODOVIAS 2009

 

PESQUISA CNT DE RODOVIAS 2007

 

PESQUISA CNT DE RODOVIAS 2006

 

PESQUISA CNT DE RODOVIAS 2005

 

PESQUISA CNT DE RODOVIAS 2004

 

PESQUISA CNT DE RODOVIAS 2003

 

PESQUISA CNT DE RODOVIAS 2002

 

PESQUISA CNT DE RODOVIAS 2001

 

PESQUISA CNT DE RODOVIAS 2000

 

CONCEPA

RELATÓRIO ANUAL 2009

Relatório das atividades da CONCEPA, bem como suas atividades financeiras, de pessoal, e relações com investidores relativas ao ano de 2009.

 

RELATÓRIO ANUAL 2008

Relatório das atividades da CONCEPA, bem como suas atividades financeiras, de pessoal, e relações com investidores relativas ao ano de 2008.

 

CONCER

RELATÓRIO ANUAL 2009

CONCER mantém a BR-040 como uma das mais bem conservadas rodovias do país. Desde o início de uma concessão pioneira, que teve partida em 1995, foram milhões de reais investidos na ampliação, modernização e manutenção da principal artéria a ligar o Rio de Janeiro a Minas Gerais.

 

COWEB

PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA PARA CONSERVAÇÃO PERIÓDICA DE PAVIMENTO

Apresenta o conjunto de elementos necessários e suficientes para o desenvolvimento de Projeto Básico de Engenharia para Conservação Periódica de Pavimento, de forma a possibilitar o rejuvenescimento superficial de pavimentos existentes, reduzir a taxa de deterioração das rodovias em operação e dar melhores condições de fluidez ao trafego, segurança e conforto ao usuário.

 

PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA PARA RESTAURAÇÃO DE RODOVIA.

Conjunto de elementos necessários para o desenvolvimento de Projeto Básico de Engenharia para Restauração de Rodovia, de forma a possibilitar a recuperação das estruturas e demais elementos presentes.

 

DNIT

ESTATÍSTICAS DE ACIDENTES

O DNIT utiliza dados fornecidos pela Polícia Rodoviária Federal para contabilizar e elaborar as estatísticas de acidentes de transito no país.

 

ANO DE 2011: VERSÃO PRELIMINAR - ATÉ AGOSTO/2011

 

ACIDENTES POR QUILÔMETRO

 

LOCAIS CONCENTRADORES DE ACIDENTES (8 OU MAIS)

 

Nº DE ACIDENTES POR GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

 

Nº DE ACIDENTES POR HORA DA OCORRÊNCIA

 

Nº DE ACIDENTES POR GRAVIDADE DO ACIDENTE E FASE DO DIA

 

Nº DE ACIDENTES POR USO DO SOLO E TIPO DE LOCALIDADE

 

Nº DE PESSOAS ENVOLVIDAS POR ESTADO FÍSICO

 

Nº DE CONDUTORES ENVOLVIDOS POR SEXO E IDADE DO CONDUTOR

 

Nº DE CONDUTORES ENVOLVIDOS POR USO DO CINTO E CAPACETE

 

Nº DE VITIMADOS POR FAIXA ETARIA - POR UF

 

Nº DE VITIMADOS ENVOLVIDOS POR TIPO DE USUÁRIO

 

ANO DE 2010: VERSÃO PRELIMINAR

 

ACIDENTES POR QUILÔMETRO

 

LOCAIS CONCENTRADORES DE ACIDENTES (8 OU MAIS)

 

Nº DE ACIDENTES POR GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR TIPO E GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

 

Nº DE ACIDENTES POR HORA DA OCORRÊNCIA

 

Nº DE ACIDENTES POR GRAVIDADE DO ACIDENTE E FASE DO DIA

 

Nº DE ACIDENTES POR USO DO SOLO E TIPO DE LOCALIDADE

 

Nº DE PESSOAS ENVOLVIDAS POR ESTADO FÍSICO

 

Nº DE CONDUTORES ENVOLVIDOS POR SEXO E IDADE DO CONDUTOR

 

Nº DE CONDUTORES ENVOLVIDOS POR USO DO CINTO E CAPACETE

 

Nº DE VITIMADOS POR FAIXA ETARIA - POR UF

 

Nº DE VITIMADOS ENVOLVIDOS POR TIPO DE USUÁRIO

 

Nº DE VEÍCULOS ENVOLVIDOS POR FINALIDADE DO VEÍCULO

 

PESQUISA-MÉDICO-HOSPITALAR RELATÓRIO ESPECÍFICO - CE, ES, MS, PR, TO

 

ANO DE 2009:

 

ANUÁRIO ESTATÍSTICO

 

ACIDENTES POR QUILÔMETRO

 

LOCAIS CONCENTRADORES DE ACIDENTES (8 OU MAIS)

 

Nº DE ACIDENTES POR GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR TIPO E GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

 

Nº DE ACIDENTES POR HORA DA OCORRÊNCIA

 

Nº DE ACIDENTES POR GRAVIDADE DO ACIDENTE E FASE DO DIA

 

Nº DE ACIDENTES POR USO DO SOLO E TIPO DE LOCALIDADE

 

Nº DE PESSOAS ENVOLVIDAS POR ESTADO FÍSICO

 

Nº DE CONDUTORES ENVOLVIDOS POR SEXO E IDADE DO CONDUTOR

 

Nº DE CONDUTORES ENVOLVIDOS POR USO DO CINTO E CAPACETE

 

Nº DE VITIMADOS POR FAIXA ETARIA - POR UF

 

Nº DE VITIMADOS ENVOLVIDOS POR TIPO DE USUÁRIO

 

Nº DE VEÍCULOS ENVOLVIDOS POR FINALIDADE DO VEÍCULO

 

PESQUISA MÉDICO-HOSPITALAR - DESCRIÇÃO DE PROCEDIMENTOS

 

PESQUISA MÉDICO-HOSPITALAR - (RJ, MT, BA, RO, RS)

 

ANO DE 2008

 

ANUÁRIO ESTATÍSTICO

 

ACIDENTES POR QUILÔMETRO

 

LOCAIS CONCENTRADORES DE ACIDENTES (8 OU MAIS)

 

Nº DE ACIDENTES POR GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR TIPO E GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

 

Nº DE ACIDENTES POR HORA DA OCORRÊNCIA

 

Nº DE ACIDENTES POR GRAVIDADE DO ACIDENTE E FASE DO DIA

 

Nº DE ACIDENTES POR USO DO SOLO E TIPO DE LOCALIDADE

 

Nº DE PESSOAS ENVOLVIDAS POR ESTADO FÍSICO

 

Nº DE CONDUTORES ENVOLVIDOS POR SEXO E IDADE DO CONDUTOR

 

Nº DE CONDUTORES ENVOLVIDOS POR USO DO CINTO E CAPACETE

 

Nº DE VITIMADOS POR FAIXA ETARIA - POR UF

 

Nº DE VITIMADOS ENVOLVIDOS POR TIPO DE USUÁRIO

 

Nº DE VEÍCULOS ENVOLVIDOS POR FINALIDADE DO VEÍCULO

 

PESQUISA MÉDICO-HOSPITALAR - DESCRIÇÃO DE PROCEDIMENTOS

 

PESQUISA MÉDICO-HOSPITALAR - (GO, MG, PA, PE, SC)

 

ANO DE 2007

 

ANUÁRIO ESTATÍSTICO

 

ACIDENTES POR QUILÔMETRO

 

LOCAIS CONCENTRADORES DE ACIDENTES

 

Nº DE ACIDENTES POR GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR TIPO E GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

 

Nº DE ACIDENTES POR HORA DA OCORRÊNCIA

 

Nº DE ACIDENTES POR GRAVIDADE DO ACIDENTE E FASE DO DIA

 

Nº DE ACIDENTES POR USO DO SOLO E TIPO DE LOCALIDADE

 

Nº DE PESSOAS ENVOLVIDAS POR ESTADO FÍSICO

 

Nº DE CONDUTORES ENVOLVIDOS POR SEXO E IDADE DO CONDUTOR

 

Nº DE VITIMADOS POR FAIXA ETARIA - POR UF

 

Nº DE VITIMADOS ENVOLVIDOS POR TIPO DE USUÁRIO

 

Nº DE VEÍCULOS ENVOLVIDOS POR FINALIDADE DO VEÍCULO

 

ANO DE 2006

 

LOCAIS CONCENTRADORES DE ACIDENTES (8 OU MAIS)

 

Nº DE ACIDENTES POR GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR TIPO E GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

 

Nº DE ACIDENTES POR HORA DA OCORRÊNCIA

 

ANO DE 2005

 

LOCAIS CONCENTRADORES DE ACIDENTES (8 OU MAIS)

 

Nº DE ACIDENTES POR GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR TIPO E GRAVIDADE

 

Nº DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

 

Nº DE ACIDENTES POR HORA DA OCORRÊNCIA

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO

 

GUIA PRÁTICO (NSTRUÇÕES OPERACIONAIS)

HTTP://WWW.DNIT.GOV.BR/RODOVIAS/OPERACOES-RODOVIARIAS/PESAGEM/GUIPRATICO2010-MAIO-2010-REV-4.PDF

 

METODOLOGIA PARA IDENTIFICAÇÃO E MAPEAMENTO DOS SEGMENTOS CRÍTICOS EM RODOVIAS FEDERAIS (VIGÊNCIA 12/2008 A 10/2010).

 

FASE 1 – IDENTIFICAÇÃO E PROPOSIÇÃO DE MELHORIAS EM SEGMENTOS CRÍTICOS DA MALHA RODOVIÁRIA FEDERAL DO DNIT

 

METODOLOGIA PARA IDENTIFICAÇÃO DE SEGMENTOS CRÍTICOS

 

IDENTIFICAÇÃO DE LOCAIS CONCENTRADORES DE ACIDENTES

 

RELATÓRIO DE IDENTIFICAÇÃO E PRIORIZAÇÃO DE SEGMENTOS CRÍTICOS

 

FINAL DA FASE 1

 

FASE 2 - PROJETO PERCEPÇÃO DE RISCO NO TRÂNSITO EM ESCOLAS PÚBLICAS:

 

ACOMPANHAMENTO DOS PROJETOS DE CADA SUPERINTENDÊNCIA

 

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DAS SUPERINTENDÊNCIAS

 

RELATÓRIO DO PORTALWEB

 

 

FINAL DA FASE 2

 

FASE 3 - METODOLOGIA E ASSESSORAMENTO DO LEVANTAMENTO, COLETA E PROCESSAMENTO DE DADOS DE SEGURANÇA VIÁRIA.

 

METODOLOGIA DE LEVANTAMENTO, COLETA E PROCESSAMENTO DE DADOS DE SEGURANÇA VIÁRIA.

 

FINAL DA FASE

 

PRODUTOS COMPLEMENTARES:

 

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA VIÁRIA: BR 116/RS - KM 79 A 81 - CAMPESTRE DA SERRA

 

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA VIÁRIA DO TRECHO ENTRE BELO HORIZONTE E GOVERNADOR VALADARES – BR-381/MG

 

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA VIÁRIA DO TRECHO DA BR-493/RJ: KM 2 AO KM 3 – ITABORAÍ

 

IDENTIFICAÇÃO E PRIORIZAÇÃO DE SEGMENTOS CRÍTICOS PARA ESTUDOS DE INTERVENÇÃO

 

INSTRUÇÃO DE PLANO DE TRABALHO PARA IMPLANTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO RODOVIÁRIA

 

MÉTODO HOMOLOGADO DE IDENTIFICAÇÃO E PRIORIZAÇÃO DE SEGMENTOS CRÍTICOS

 

NÚCLEO DE ESTUDOS SOBRE ACIDENTES DE TRÂNSITO EM RODOVIAS FEDERAIS: PROJETO PILOTO

O NEA foi desenvolvido para buscar informações e realizar estudos dos acidentes nas rodovias sob sua jurisdição e ainda aplicar metodologias para a busca de soluções para os problemas identificados. Com isso, foram desenvolvidas atividades para alcançar metas traçadas no plano de trabalho. Vigência 05/2006 a 05/2008.

 

DADOS DE BOLETINS DE OCORRÊNCIA

 

DESENVOLVIMENTO DE UM BANCO DE DADOS SOBRE ACIDENTES DE TRÁFEGO NAS RODOVIAS FEDERAIS DE SANTA CATARINA

 

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS

 

IDENTIFICAÇÃO DOS SEGMENTOS CRÍTICOS DAS RODOVIAS FEDERAIS DE SANTA CATARINA

 

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA VIÁRIA (BR 470)

 

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA VIÁRIA (BR 116)

 

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA VIÁRIA (BR 153)

 

RELATÓRIO EXECUTIVO

 

PRODUTOS COMPLEMENTARES

 

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA VIÁRIA DO KM 62 DA BR 470

 

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA VIÁRIA DO KM 185 DA BR 101

 

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA VIÁRIA DO KM 630 DA BR 282

http://www.dnit.gov.br/rodovias/operacoes-rodoviarias/convenios-com-a-ufsc/convenio-242006-produto-complementar-7.pdf

 

AVALIAÇÃO DO VÍDEO REGISTRO DAS RODOVIAS FEDERAIS CATARINENSES

 

BANCO DE DADOS DE VOLUMES DE TRÁFEGO NAS RODOVIAS FEDERAIS CATARINENSES

 

METODOLOGIA PARA TRATAMENTO DE ACIDENTES DE TRÁFEGO EM RODOVIAS

 

PERCEPÇÃO DE RISCO NO TRÂNSITO DAS ESCOLAS PÚBLICAS LINDEIRAS ÀS RODOVIAS FEDERAIS

 

SUGESTÕES DE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS PARA DEFINIÇÕES DE LOCAIS PARA INSTALAÇÃO DE REDUTORES ELETRÔNICOS DE VELOCIDADE – REV

  

NÚCLEO DE ESTUDOS DE TRÁFEGO

A importância de estudos vinculados à operação das rodovias e a necessidade de elaboração de diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego motivaram a criação de dois projetos:

 

PROJETO 1 - ANÁLISE E TRATAMENTO ESTATÍSTICO DOS RESULTADOS DE CONTAGEM DE TRÁFEGO

 

APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS

 

DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO DE TRÁFEGO PARA O ANO DE 2006

 

DETERMINAÇÃO DAS VELOCIDADES MÉDIAS DE OPERAÇÃO PARA O ANO DE 2006

 

DETERMINAÇÃO DO VOLUME MÉDIO DIÁRIO PARA O ANO DE 2006

 

LISTAGEM DAS VELOCIDADES MÉDIAS DE OPERAÇÃO

http://www.dnit.gov.br/rodovias/operacoes-rodoviarias/convenios-com-a-ufsc/convenio-00562007-p1-f3-produto-6.pdf

 

LISTAGEM DOS POSTOS DE CONTAGEM E SUAS COMPOSIÇÕES DE TRÁFEGO PARA O ANO DE 2006

 

LISTAGEM DOS POSTOS DE CONTAGEM E SEUS VMD PARA O ANO DE 2006

  

PROJETO 2 – PROJETO TRIENAL DE COLETA DE TRÁFEGO

ELABORAÇÃO DE UM SISTEMA DE REFERÊNCIA LINEAR PARA O PLANO NACIONAL DE VIAÇÃO BASEADO EM DADOS GEOGRÁFICOS – SRL-PNV

 

RELATÓRIO DE ANÁLISE E CONCEPÇÃO

 

RELATÓRIO DE LOCALIZAÇÃO DOS POSTOS DE CONTAGEM PERMANENTES

 

RELATÓRIO DE DEFINIÇÃO DAS COLETAS DE COBERTURA

 

RELATÓRIO DE COLETA DE COBERTURA I

 

RELATÓRIO DE COLETA DE COBERTURA II

 

RELATÓRIO DO SISTEMA DE CADASTRO

 

RESTITUIDOR DE TRAÇADO AS BUILT DE RODOVIAS A PARTIR DE DADOS GEOGRÁFICOS

 

NÚCLEO DE ESTUDO DE PESAGEM

Convênio com o objetivo desenvolver pesquisas na área de pesagem em movimento para veículos de carga, baseado nas novas tecnologias desenvolvidas no exterior, ajustados à realidade nacional. A pesquisa mostra os benefícios relacionados à melhoria da eficácia e eficiência da prevenção e fiscalização de peso, indicando um novo modelo para fiscalizar o excesso de cargas no país, com redução de custos operacionais e aumento da efetividade na fiscalização.

 

AVALIAÇÃO DAS METODOLOGIAS DE PESAGEM EM MOVIMENTO EXISTENTE – FASE 1

 

PRÉ-AVALIAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DISPONÍVEIS PARA UTILIZAÇÃO NAS PESAGENS – FASE 2

 

LEVANTAMENTO DE SISTEMAS DE PESAGEM EM MOVIMENTO EXISTENTES NO MUNDO – FASE 3

 

INSTALAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS – FASE 4

 

REALIZAÇÃO DE TESTES EM CAMPO COM AS DIVERSAS TECNOLOGIAS PRÉ-SELECIONADAS – FASE 5

 

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS – FASE 6

 

INTEGRAÇÃO DE DADOS PARA CONTROLE ADUANEIRO DE CARGAS – FASE 7

 

LEGISLAÇÃO DE PESAGEM – FASE 8

 

PRODUTO COMPLEMENTAR

 

PROJETO BÁSICO DE EXECUÇÃO DA PISTA ESPERIMENTAL – VOLUME 1

 

MEMÓRIA JUSTIFICATIVA DO PROJETO BÁSICO DA PISTA EXPERIMENTAL – VOLUME 2

 

ORÇAMENTO BÁSICO DA PISTA EXPERIMENTAL – VOLUME 3

 

PROJETO DE SINALIZAÇÃO DA PISTA EXPERIMENTAL: ORÇAMENTO E MELHORIAS – VOLUME 4

 

ACOMPANHAMENTO DAS OBRAS DE AMPLIAÇÃO E ADEQUAÇÃO DA PISTA EXPERIMENTAL – VOLUME 5

 

ABRIGO DOS SISTEMAS DE COLETA E ARMAZENAMENTO DE DADOS VOLUME 6

 

CARACTERIZAÇÃO DA FROTA BR101 SC-SUL KM 418/419 – VOLUME 7

 

MODELO GERAL DO EXPERIMENTO – VOLUME 8

 

SISTEMA MS WIM – VOLUME 9

 

PROJETO DE INSTRUMENTAÇÃO PARA MEDIÇÃO DE DEFORMAÇÃO DO PAVIMENTO – VOLUME 10

 

IDENTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE PESAGEM EM MOVIMENTO UTILIZADOS NO CONTINENTE EUROPEU – VOLUME 11

 

SISTEMAS DE PESAGEM EM MOVIMENTO (WIM) – VOLUME 12

 

RELATÓRIO SÍNTESE SISTEMAS MULTISSENSORES DE PESAGEM EM MOVIMENTO INSTALADOS – VOLUME 13

 

MAPAS - TIPOS DE RODOVIAS

Relação de mapas com exemplo dos diferentes tipos de rodovias: Diagonais; Transversais; Radiais; Longitudinais.

 

MANUAL DE CUSTOS RODOVIÁRIOS:

Estudos desenvolvidos para atualização e complementação dos Manuais de Custos Rodoviários, editado em 1972 e 1980, e a adequação do Sistema de Custos Referenciais de Obras - SICRO ao novo manual. Estão incorporados os estudos desenvolvidos e as contribuições recebidas pela então Gerência de Custos Rodoviários.

 

V. 1 - METODOLOGIAS E CONCEITOS

Descreve as metodologias utilizadas para definir os diferentes custos das obras rodoviárias e diretrizes que orientam o trabalho desenvolvido: Sistema de pesquisa de preço, cálculo dos custos de mão de obra, custos horários de equipamento, composição de custos unitários diretos, planilha de orçamento, etc.

 

V. 2, TOMO 1 - PROJETO CONCEITUAL

Apresenta os procedimentos e critérios adotados para o cálculo dos custos das aplicações e serviços necessários à execução das obras de construção, restauração e sinalização rodoviária.

 

V. 2, TOMO 2 - PROGRAMA FONTE

Metodologia e os critérios adotados para o cálculo dos custos unitários dos insumos e serviços necessários à execução das obras de construção, restauração e sinalização rodoviária e dos serviços de conservação rodoviária.

 

V. 2, TOMO 3 - MANUAL DO USUÁRIO

Adequação do sistema informatizado SICRO ao novo manual. O SICRO, além de fornecer informações detalhadas sobre serviços rodoviários, permite a análise de orçamentos para projetos rodoviários definidos pelos usuários.

 

V. 3 - COMPOSIÇÕES DE CUSTOS UNITÁRIOS DE ATIVIDADES AUXILIARES

Contém as composições de custos elaboradas para as Atividades Auxiliares que serviram para calcular os serviços.

 

V. 4, TOMO 1 - OBRAS DE CONSTRUÇÃO RODOVIÁRIA: TERRAPLENAGEM E PAVIMENTAÇÃO

Contém os estudos concernentes aos preços unitários dos serviços de referência de terraplenagem e pavimentação para construção.

 

V. 4, TOMO 2 - OBRAS DE CONSTRUÇÃO RODOVIÁRIA: OBRAS DE ARTE ESPECIAIS

Contém os estudos relativos aos custos unitários dos serviços de referência para a Construção de Obras de Arte Especiais, abordando os critérios gerais adotados e os parâmetros utilizados na elaboração dos custos.

 

V. 4, TOMO 3 - DRENAGEM E OUTROS CUSTOS I

Estudos relativos aos custos unitários dos serviços de referência para a Construção de Obras de Drenagem e Outros Custos.

 

V. 4, TOMO 4 - DRENAGEM E OUTROS CUSTOS II

Estudos relativos aos custos unitários dos serviços de referência para a Construção de Obras de Drenagem e Outros Custos.

 

V. 5 - SERVIÇOS DE CONSERVAÇÃO RODOVIÁRIA

Contém estudos referentes aos preços unitários dos serviços de conservação.

 

V. 6 - OBRAS DE SINALIZAÇÃO RODOVIÁRIA

Estudos relativos aos preços unitários dos serviços de referência para as obras de sinalização rodoviárias. Aborda os critérios gerais adotados e os parâmetros utilizados na elaboração dos custos.

 

V. 7 - OBRAS DE RESTAURAÇÃO RODOVIÁRIA

Referente aos preços unitários dos serviços de restauração. A matéria é apresentada da forma detalhada em sequência. Além disso, aborda os critérios gerais adotados e os parâmetros utilizados na elaboração das composições integrantes do Relatório.

 

ANEXO - MANUAL DE PESQUISA DE PREÇOS DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS

Anexo do Manual de Custos Rodoviários do DNIT com os cadastros que compõem o banco de dados do Sistema, de: Mão de obra; Materiais; Equipamentos; Fornecedores dos preços dos materiais e equipamentos para o Rio de Janeiro e modelos dos formulários necessários à coleta de preços dos materiais e equipamentos; as especificações que melhor caracterizam o material a ter seu custo unitário cotado e as fichas técnicas dos equipamentos.

 

RELATÓRIOS DE GESTÃO:

 Relatórios referentes às estratégias e decisões adotadas para alcançar os objetivos do DNIT, apresentando também as dificuldades encontradas durante o desenvolvimento dos projetos.

 

2010

 

2009

 

2008

 

2007

 

2006

 

2005

 

PESO MÁXIMO POR VEÍCULO (QFV)

 

PLANO DIRETOR NACIONAL ESTRATÉGICO DE PESAGEM

http://www.dnit.gov.br/rodovias/operacoes-rodoviarias/pesagem/audienciapublica-pdnet.pdf

 

PROSINAL

O Programa de Sinalização nas Rodovias Federais busca melhorar a sinalização das rodovias, com orientação adequada e possibilitando maior segurança e melhor fluidez ao tráfego.

 

APRESENTAÇÃO DO PROSINAL

 

PAPER PROSINAL

 

TERMO DE REFERÊNCIA EDITAL – 332

 

ANEXO VI - CTB (ANEXO II) R160-04

 

ANEXO VIII - SINALIZAÇÃO VERTICAL DE REGULAMENTAÇÃO (VOLUME I)

 

ANEXO IX - SINALIZAÇÃO VERTICAL DE ADVERTÊNCIA (VOLUME II)

 

ANEXO X - SINALIZAÇÃO HORIZONTAL (VOLUME IV)

http://www.dnit.gov.br/rodovias/operacoes-rodoviarias/prosinal/20-manual-vol-iv-sinalizacao-horizontal-resolucao-236.pdf

 

FETRANSPOR

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL; V.1- 2010

Legislação ambiental aplicada ao setor de transporte rodoviário de passageiros.

 

LICENCIAMENTO AMBIENTAL; V.2 - 2010

Guia para o Setor de Transporte Rodoviário de Passageiros.

 

GEIPOT

ÁREAS POTENCIAIS PARA SOJA E ANÁLISE DO SISTEMA VIÁRIO PARA ESCOAMENTO DESTA PRODUÇÃO - GRUPO DE TRABALHO INTERMINISTERIAL - 1999

Resultado das ações do Grupo de trabalho interministerial, a identificação das áreas potenciais para a produção dos granéis agrícolas ,assim como a identificação das necessidades do sistema viário, inclusive de rodovias vicinais e uma estimativa de investimentos.

FACILITAÇÃO FRONTEIRIÇA DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO INTERNACIONAL DO BRASIL – 2001

A elaboração deste trabalho decorreu da necessidade de realizar um estudo dos problemas existentes nos postos de fronteiras, relacionados à operação de transporte e identificar os agentes envolvidos e responsáveis pelo funcionamento destes postos, ainda que os mesmos pertençam a outros Subgrupos e Comitês vinculados à estrutura organizacional do Mercosul.

 

TRANSPORTE COMERCIA E TRÂNSITO RODOVIÁRIO INTERNACIONAL - 2001

Esta cartilha procura destacar os pontos considerados importantes das normas internacionais e da legislação de trânsito brasileira e argentina, o que não dispensa a necessidade de conhecimento de todo um conjunto de normas.

 

TRANSPORTE RURAL ESCOLAR

Trata dos diversos aspectos do Transporte Rural, problema de importância para 32 milhões de brasileiros.

 

SETRERJ

PROJETO LIGAÇÃO NITERÓI - SÃO GONÇALO: APROVEITAMENTO DO EIXO FERROVIÁRIO

 

PROPASS

FIQUE POR DENTRO: SAIBA MAIS SOBRE O MODELO FINANCEIRO

Guia para cálculo do coeficiente tarifário para o transporte rodoviário interestadual no âmbito do Projeto da Rede Nacional de Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros - ProPass Brasil.

 

SCIELO

A PRECARIEDADE DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO BRASILEIRO PARA O ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO DE SOJA DO CENTRO-OESTE: SITUAÇÃO E PERSPECTIVAS. (TESE)

O Centro-Oeste do Brasil se destaca como um polo produtor de soja. Por sua inadequação às características do produto e às longas distâncias percorridas, aliada ao estado precário de conservação da malha rodoviária do País, 25% da receita de vendas da produção de soja está comprometida com os custos internos de transportes. Analisa-se o uso de diferentes modais para o escoamento da soja do Centro-Oeste, e conclui-se que os hidroviários e ferroviários são os mais eficientes, em razão da eficiência energética e da maior produtividade à movimentação de cargas de densidade mais elevadas por distâncias maiores – o que conferiria custos menores de circulação.

 

OS PRINCIPAIS FATORES INTERNOS E AS EXPORTAÇÕES E AS EXPOTAÇÕES MICRORREGIONAIS BRASILEIRAS. (TESE)

Analisa o comportamento das exportações como função da disponibilidade da infraestrutura de transporte e do nível de PIB per capita das microrregiões brasileiras em 2003.

 

USP

IMPACTOS DOS PADRÕES DE CRESCIMENTO ESPACIAL E DE TRANSPORTES NO ENTORNO DE PÓLOS GERADORES DE VIAGENS. (TESE)

Análise dos impactos dos padrões de crescimento espacial e de transportes no entorno e de pólos geradores de viagens por meio de estatística espacial de índice e diagrama para determinar a hipótese que a localização e o porte de um Pólo Gerador de Viagem (ou PGV) é influenciado por outro PGV, utilizando como modelo uma cidade de médio porte para a pesquisa.

 

WORLD BANK

OS CAMINHOS PARA O BEM-ESTAR: PREVENÇÃO CONTRA O HIV NO SETOR DE TRANSPORTE - UM PANORAMA DO PAPEL E RESPONSABILIDADES PARA AS ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO CONTRA O HIV NOS PROJETOS DO SETOR DE TRANSPORTES

Estudo de estratégias para a prevenção contra o vírus HIV, no setor de transportes: caso das comunidades próximas a locais de construção de rodovias onde é maior o contato com estrangeiros.

 

 

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