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CABOTAGEM

Setores público e privado se reúnem para debater fomento à cabotagem

  • Publicado: Terça, 16 de Outubro de 2018, 15h44
  • Última atualização em Sexta, 09 de Novembro de 2018, 11h17

Objetivo é identificar soluções para ampliar a participação do transporte aquaviário na matriz de transporte do país

Representantes do setor público e da iniciativa privada se reuniram, nesta terça-feira (16), em Brasília, para debater sobre mecanismos para favorecer a cabotagem no país. O encontro ‘Navegação de Cabotagem – Ouvindo o mercado’, promovido pela Secretaria Nacional de Transportes Terrestre e Aquaviário do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação, propõe a discussão sobre os gargalos e entraves do setor e a apresentação de alternativas para otimizar o transporte de cargas pela navegação.

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Na abertura do evento, o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro, lembrou que, apesar da dimensão da costa brasileira, a cabotagem representa cerca de 10% na matriz de transportes. “Precisamos mudar esse quadro implementando ações para assegurar uma navegabilidade eficaz todos os meses do ano, reduzindo o fluxo de caminhões nas estradas, tempo e custo Brasil”, afirmou.

Participaram do seminário, que acontece até a próxima quarta-feira (17), importantes players do mercado, entre eles, armadores de portos, donos de empresas, usuários, técnicos de infraestrutura e hidroviário, estivadores, além de especialistas sobre outorga e regulamentação. Do lado do governo federal, marcaram presença a Antaq, EPL, DNIT, entre outras.

Na pauta do encontro, estão competitividade com outros modais; Fundo de Marina Mercante (FMM); regulação e anuência, e estímulos e movimentação ao setor de cabotagem.

GRUPO DE TRABALHO – Neste ano foi criado um grupo de trabalho multimodal, liderado pelo Ministério dos Transportes, que funciona como um facilitador entre o governo e o setor privado para propor políticas e identificar soluções que possibilitem o desenvolvimento sustentável do setor aquaviário. Entre as propostas do colegiado, estão o aumento da capacidade de movimentação de carga das hidrovias e a elaboração de um plano para concessão de hidrovias a partir do fortalecimento dos corredores logísticos, que também incluem os modais rodoviário e ferroviário.

Foto: Alberto Ruy

Assessoria de Comunicação
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes

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