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MINISTÉRIO DOS
TRANSPORTES SECRETARIA EXECUTIVA
PORTO DE PORTO VELHO |
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CARACTERÍSTICAS |
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ORIGEM |
A
construção
do porto teve início em 20 de abril de 1973, pelo departamento Nacional
de Portos e Vias Navegáveis do Ministério dos Transportes, visando à
substituição das antigas rampas implantadas pela Estrada de Ferro
Madeira – Mamoré na década de 1920. A
partir de 1976, a Empresa de Portos do Brasil S.A. (Portobrás) deu
continuidade às obras, com a execução de um terminal para operações
ro-ro. Em 1986 foi iniciado o novo cais que foi concluído em 1988. Quando
da transformação do território de Rondônia em estado, em 9 de janeiro
de 1982, as instalações se encontravam sob a responsabilidade da
Administração do Porto de Manaus, mas, posteriormente, em 31 de janeiro
de 1985, foi constituída a Administração do Porto de Porto Velho.
Atualmente, pelo convênio nº 6, de 12/11/97, o porto passou a ser
administrado pela Sociedade de Portos e Hidrovias de Rondônia (SOPH), por
delegação ao estado de Rondônia. |
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ADMINISTRAÇÃO |
É
realizada pela Sociedade de Portos e Hidrovias de Rondônia (SOPH), por
delegação ao estado de Rondônia. |
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LOCALIZAÇÃO |
Está
localizado na margem direita do rio Madeira, a 2km a jusante da cidade de
Porto Velho (RO), distando aproximadamente 80km a montante da foz do rio Jamari. |
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ÁREA
DE INFLUÊNCIA |
Compreende
o estado de Rondônia, o sul do estado do Amazonas e o leste do estado do
Acre. |
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ÁREA
DO PORTO ORGANIZADO |
Conforme
a Portaria-MT nº 1.012, de 16/12/93 (D.O.U. de 17/12/93), a área do
porto organizado de Porto Velho, no estado da Rondônia, é constituída:
a)
pelas instalações portuárias terrestres existentes na margem direita do
rio Madeira, na cidade de Porto Velho, desde a extremidade norte do porto,
a jusante da rampa ro-ro, até a extremidade sul, a montante dos dolfins
de atracação do cais flutuante, abrangendo todos os cais, rampas ro-ro,
docas, pontes, píeres de atracação e de acostagem, armazéns, pátios,
edificações em geral, vias internas de circulação rodoviárias e,
ainda, os terrenos ao longo dessas faixas marginais e em suas adjacências,
pertencentes à União, incorporados ou não ao patrimônio do porto de
Porto Velho, ou sob sua guarda e responsabilidade;
b)
pela infra-estrutura de proteção e acessos aquaviários, compreendendo
áreas de fundeio, bacias de evolução, canal de acesso e áreas
adjacentes a esse até as margens das instalações terrestres do porto
organizado, conforme definido no item "a" acima, existentes ou
que venham a ser construídas e mantidas pela Administração do Porto ou
por outro órgão do poder público.
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ACESSOS |
·
RODOVIÁRIO
– Pelas rodovias BR-319 (Manaus – Porto Velho), BR-364 (Cuiabá –
Porto Velho) e BR-425 (Porto Velho – Guajará-Mirim).
·
FERROVIÁRIO
– Não há.
· FLUVIAL
– Pelo rio Madeira.
· MARÍTIMO
– Pelo rio Amazonas, até a embocadura do rio Madeira, e, pelo rio
Madeira, até o porto. |
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INSTALAÇÕES |
Compreendem
três terminais: um para operações ro-ro, contendo duas rampas paralelas
que se estendem até um pátio de estacionamento descoberto, com 10.000m2,
dispondo, ainda, de outro pátio, também descoberto, não pavimentado,
com área idêntica; um segundo denominado Pátio das Gruas, desprovido de
cais de atracação, com movimentação direta para uma área de 10.000m2,
e, um terceiro, que opera carga geral, dotado de um flutuante de
acostagem, de 115m, com 5 berços, ligado à margem por uma ponte metálica
de 113,5m de vão. As profundidades nesses terminais são definidas pelo
regime das águas do rio Madeira, apresentando as variações extremas de
2,5m e 17,5m.
O
porto possui um armazém para carga geral, com 900m2.
A
Hermasa, que arrendou uma área
no porto, construiu quatro silos verticais para movimentação de soja com
o uso de esteiras transportadoras e um carregador de embarcações para o
escoamento de grãos no cais flutuante, no terceiro terminal. |
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EQUIPAMENTOS |
3
guindastes tipo guia de 3t; 1 guindaste de pórtico de 6t; 1 autoguindaste
de 18t; 2 empilhadeiras de 7t; 1 pá carregadeira; 1 skider, 2 charriots,
2 veículos utilitários e 1 caminhão. |
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FLUXO
DE CARGAS |
O
porto fluvial de Porto Velho movimentou 1.442.961t, no cais público, e
772.790t, fora do cais, que responderam, respectivamente, por 65% e 35% do
movimento total do porto, 2.215.751t.
As
principais cargas movimentadas foram:
·
No
cais público:
· Nas
outras navegações (fluvial) Cargas desembarcadas – Granel sólido: adubo 50.000t – Carga geral: carretas 201.842t, contêineres 36.275t, telhas brasilit 19.526t, vasilhame 233t, borracha 129t, farinha 116t e outras cargas.
Cargas
embarcadas – Granel sólido: soja 518.974t, pedra britada 9.816t –
Carga geral: carretas 352.818t, contêineres 193.191t, açúcar 4.771t,
milho 1.527t, aguardente 902t, tubos de ferro 27.494, ração 144t,
cerveja 280t, arroz 314t, tijolo 180t, óleo de soja 812t, cerâmica 479t
e outras cargas 22.959t. |
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TERMINAIS
DE USO PRIVATIVO MISTO |
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J.
F. de Oliveira Ltda. |
| Cargas desembarcadas:
Carga geral:
10.166t. Cargas embarcadas: Carga geral: 20.326t.
Obs.: Foram utilizadas nos
transportes 813 embarcações. |
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Companhia
Agro-Industrial Monte Alegre |
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Desembarque:
Carga geral: cimento 177.715t.
Embarque: Carga geral: 132.657t. |
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Terminal
de Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobrás |
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Cargas
desembarcadas: Granel líquido: óleo diesel 367.912t, gasolina
33.078t, QAV (querosene de aviação) 26.057t, AEHC 4.879t. |
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Sociedade de
Portos e Hidrovias de Estado de Rondônia (SOPH) |
| Endereço |
Rua
Terminal dos Milagres, 400 – Bairro da Balsa |
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EVOLUÇÃO
DA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS |
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(Em t) |
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EMBARQUE |
DESEMBARQUE |
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|||||||
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|
G.
SÓLIDO |
G.
LÍQUIDO |
C.
GERAL |
SUBTOTAL |
G.
SÓLIDO |
G.
LÍQUIDO |
C.
GERAL |
SUBTOTAL |
|
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|
1986 |
– |
– |
108.393 |
108.393 |
– |
452.938 |
94.748 |
547.686 |
656.079 |
|
|
1987 |
– |
– |
229.248 |
229.248 |
– |
461.759 |
120.953 |
582.712 |
811.960 |
|
|
1988 |
– |
– |
467.560 |
467.560 |
– |
534.160 |
178.375 |
712.535 |
1.180.095 |
|
|
1989 |
– |
61.279 |
401.666 |
462.945 |
– |
487.228 |
173.667 |
660.895 |
1.123.840 |
|
|
1990 |
– |
– |
505.261 |
505.261 |
– |
484.178 |
181.111 |
665.289 |
1.170.550 |
|
|
1991 |
– |
– |
483.643 |
483.643 |
– |
401.771 |
167.666 |
569.437 |
1.053.080 |
|
|
1992 |
– |
– |
393.097 |
393.097 |
– |
– |
39.064 |
39.064 |
432.161 |
|
|
1993 |
– |
– |
441.849 |
441.849 |
– |
– |
88.034 |
88.034 |
529.883 |
|
|
1994 |
– |
– |
529.189 |
529.189 |
– |
– |
275.551 |
275.551 |
804.740 |
|
|
1995 |
– |
– |
633.292 |
633.292 |
– |
– |
399.161 |
399.161 |
1.032.453 |
|
|
1996 |
– |
5 |
827.332 |
827.337 |
– |
52.688 |
485.269 |
537.957 |
1.365.294 |
|
|
1997 |
315.850 |
– |
671.552 |
987.402 |
– |
283.238 |
386.826 |
670.064 |
1.657.466 |
|
|
1998 |
528.700 |
– |
758.944 |
1.287.644 |
50.000 |
431.926 |
446.181 |
928.107 |
2.215.751 |
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EVOLUÇÃO
DA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS NO CAIS, POR NAVEGAÇÃO |
|
(Em
t) |
|
|
EMBARQUE |
DESEMBARQUE |
|
||||||
|
|
G.
SÓLIDO |
G.
LÍQUIDO |
C.
GERAL |
SUBTOTAL |
G.
SÓLIDO |
G.
LÍQUIDO |
C.
GERAL |
SUBTOTAL |
|
|
OUTRAS |
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1993 |
– |