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Histórico
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Depois
da Segunda Guerra Mundial, as pequenas ferrovias de São Paulo foram ficando
obsoletas pela falta de adequação técnica, operacional ou física. Para
unificar e centralizar o transporte de todas aquelas ferrovias, o governo
paulista criou, em 1971, a Fepasa (Ferrovia Paulista S/A). A empresa criada
passou a contar com 5.252 km de linhas, 622 locomotivas, 1.109 carros de
passageiros de longo percurso, 116 trens-unidade para transporte urbano e
17.200 vagões, além de 36.624 funcionários.
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Entre
as décadas de 70 e 80 foram grandes dos investimentos realizados no
transporte ferroviário, que teve um expressivo crescimento: até 1976, a
média de carga transportada era de 8 milhões por ano. Esse número saltou
para 23 milhões em 1982. Mas, no início dos anos 90, a ineficiência estatal
chegou também às ferrovias. Em 1994, a Fepasa transportava cerca de 18,5
milhões de toneladas. Três anos depois, apenas 13 milhões de toneladas foram
transportadas, com uma queda de quase 30% no total transportado.
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Mal administrada, a Fepasa não conseguiu controlar a crise. O Estado foi incapaz
de manter a estatal e a entregou para o Governo Federal em 1997. Na corrida
pelas privatizações, a União não perdeu tempo e inseriu a empresa dos planos
de privatização do Conselho Nacional de Desestatização (CND) em 1998.
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Leilão
No dia 10/11/98 foi
realizado o leilão de privatização, tendo como vencedor o grupo Ferrovias. |
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Concessão
Outorga de
concessão publicado no DOU n.º 251-E, de 31/12/98, para a exploração e desenvolvimento
do serviço público de transporte ferroviário de carga na Malha Paulista, por um prazo
de 30 anos, prorrogável por até igual período. |
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Grupo
Controlador
A Malha
Paulista foi vendida ao consórcio Ferrovias que é liderado pela holding Ferropasa. Esta holding controla a
Ferronorte (ferrovia em construção que liga
São Paulo ao Pará e Rondônia) e a Novoeste (ex- Malha Oeste, antes de a
RFFSA,
Rede Ferroviária Federal S/A, concessioná-la e que liga Bauru à Corumbá, no
Mato Grosso do Sul). A Ferropasa tem cerca de 74% das ações ordinárias
distribuídos entre seus acionistas (Laif, Funcef, Previ, Bradesco, Chase Latin
America). |
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Os outros 26% das ações ficam com a Vale do Rio Doce (que tem participação em
4 das 6 malhas concessionadas da RFFSA), onde 6% pertence ao fundo de
investimentos dos funcionários. Existe ainda uma pequena participação das
Ferrovias Sul Atlântico (FSA, que liga o Paraná ao Rio Grande do Sul) e a
Ferrovia Centro Atlântica (FCA, que liga Minas Gerais, Goiás, Bahia, Alagoas e
Pernambuco).
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Informações
Gerais
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Extensão: 4.186
km;
- Bitola: larga
(1.463 km), métrica (2.427 km) e mista (296 km).
- Tração:
diesel/elétrica. |
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Transporte
Realizado e Pessoal Empregado
Em 1997, ainda como
FEPASA, foram transportadas 13,8 milhões de toneladas de mercadorias (óleo diesel,
fosfato, bauxita, álcool, soja, etc.), equivalente a 5,03 bilhões de TKU, e 673 mil
passageiros de longo percurso, equivalente a 102,10 milhões de TKU, empregando 8.434
funcionários.
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Situação
do Empreendimento
Ferrovia em
operação.
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CONTATO |
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Endereço: Avenida
Paulista, 1.499 17º andar Sala 5
São Paulo
SP
Tel (011) 3138-2048
FAX (011) 3138-2054
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Fonte: FERROBAN
Atualizado em 23/04/2003 |
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