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Histórico |
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A Estrada de Ferro Jari foi construída para transportar madeira que alimenta a
fábrica de celulose do Projeto Jari e entrou
em operação em 1979. Localiza-se ao norte do Estado do Pará, próximo à divisa
com o Estado do Amapá. A madeira da região
é transportada até o Porto de Mungubá, à margem do Rio Jari. |
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Com a implementação do Projeto Jari, cuja configuração contemplava a produção de
vários produtos, entre os quais a
celulose. A necessidade de abastecer a fábrica de celulose levou à construção da
Estrada de Ferro, que em função da sua grande
capacidade de transporte aliada ao baixo custo supria de forma confiável e
segura a fábrica de celulose. O projeto da ferrovia foi
desenvolvido nos Estados Unidos, sendo que em sua implementação houve a
necessidade de modificações técnicas devido as
características topográficas não observadas adequadamente nos levantamentos
preliminares de campo. Aliado aos problemas
técnicos apenas 35% das linhas previstas inicialmente foram construídas, como
conseqüente redução no número de locomotivas
e vagões, o que não chega a impedir o abastecimento eficaz da fábrica de
celulose (Jarcel Celulose S.A.).
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Desenvolvimento Operacional
Os 68 km de linhas atuais interligam os três pátios principais da Ferrovia:
Munguba, no Km 0, onde está localizada a área industrial, é o pátio terminal do
transporte de madeira para celulose;
São Miguel, no km 36, Ponte Maria, no km 22. e Pacanari, no km 45, são os
principais pátios de carregamento dos vagões,
local onde são estocadas as madeiras oriundas das áreas de corte; existem ao
longo das linhas alguns pontos intermediários
onde eventualmente é estocada madeira em função da localização dos pátios
principais em relação às áreas de corte. O fluxo do
tráfego ferroviário é regido pela necessidade de madeira na fábrica de celulose,
ficando em média na ordem de três viagens/dia,
sendo as composições normalmente constituídas por vagões com madeira, podendo
chegar a 24 vagões quando transporta-se
bauxita refratária com madeira, não utilizando-se unidades múltiplas. O
transporte atual também contempla brita para uso na
manutenção da Via Permanente e máquinas operatrizes em vagões adaptados, ficando
em torno de 180.000 toneladas/ano de
bauxita, e 1.500.000 toneladas/ano de madeira. |
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Manutenção
A manutenção da Via Permanente obedece a uma programação prévia de serviços, onde
são levantados todos os serviços
de recuperação necessários, priorizando-se os locais onde o fluxo de tráfego é
mais intenso, em especial no pátio terminal de
Munguba. As locomotivas sofrem manutenções preventivas a cada 300 horas de
operação, seguindo-se a planilhas específicas em cada tipo de manutenção requerida, tendo a equipe da Oficina Ferroviária três
premissas básicas:
- estrita observância do período de manutenção de 300 horas;
- priorização de ações preventivas no equipamento;
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e a utilização de sobressalentes originais.
O cumprimento dessas premissas básicas possibilitaram atingir um patamar mínimo de
93% de disponibilidade para as
locomotivas. Os vagões, por sofrerem inspeções constantes pela equipe da
Operação Ferroviária, não foram ainda plenamente
contemplados com ações preventivas, porém apresentam uma disponibilidade, também
mínima, na faixa de 80%.
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Concessão
Outorga de concessão por Decreto à Empresa Jari Celulose S.A.. |
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Informações
Gerais
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Extensão do trecho: 68 km;
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Bitola: 1,60 m;
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Tração: diesel.
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Transporte
Realizado
Em 1997 transportou 1,1 milhões de toneladas de mercadorias (bauxita, madeira
cultivada, brita, etc.), equivalente a 32
milhões de TKU, empregando 34 funcionários.
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CONTATO |
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CEP: 68 230 - 000 Monte Dourado - PA
Tel: (091) 736 6526 FAX (091) 735 1475
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Atualizado em 24/04/2003
Mais
Informações: www.jari.com.br
Fonte: JARCEL CELULOSE S.A. (dez/2000)
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