Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página

 

  • Rio Grande do Sul
  • Santa Catarina
  • Paraná
  • São Paulo
  • Mato Grosso do Sul
  • Rio de Janeiro
  • Epírito Santo
  • Minas Gerais
  • Goiás
  • Distrito Federal
  • Bahia
  • Mato Grosso
  • Rondônia
  • Acre
  • Amazonas
  • Roraima
  • Pará
  • Amapá
  • Maranhão
  • Tocantins
  • Sergipe
  • Alagoas
  • Pernambuco
  • Paraíba
  • Rio Grande do Norte
  • Ceará
  • Piauí

O Banco de Informações e Mapas de Transportes, ou como comumente conhecido, BIT, setor pertencente à Secretaria de Política Nacional de Transportes (SPNT), é responsável pelo gerenciamento de informações, mapas, fotografias e vídeos sobre todas as modalidades de transportes no Brasil, principalmente sobre aquelas que o Ministério dos Transportes exerce influência. Conta atualmente com uma equipe multidisciplinar integrada e compromissada composta por profissionais da área da engenharia, geografia, informática e de design gráfico.

Através do site ou de meios magnéticos (CD-ROM e DVD-ROM), o BIT disponibiliza informações importantes sobre os modais de transporte no Brasil ao público externo como profissionais, estudantes e interessados na área. No âmbito interno do Ministério dos Transportes, auxilia os funcionários repassando informações paraapresentações, estudos, palestras e seminários, além de confeccionar mapas temáticos por modal e mapas multimodais em diversos formatos.

Atualmente, seguindo os avanços da tecnologia de Sistemas de Informações Geográficas, o Banco de Informações e Mapas de Transporte passou a trabalhar também com informações georreferenciadas, ou seja, informações que têm ligações com os locais na superfície da terra. Assim, o BIT passou a possuir um banco de dados atualizado com informações georreferenciadas de demanda, oferta e custos, que é utilizado em modelagens, análises e visualização de dados espacialmente referenciados para solucionar problemas complexos de planejamento de transportes

  • Norte
  • Nordeste
  • Centro Oeste
  • Sudeste
  • Sul
  • Sul
  • Sul

A partir da década de 70, verificou-se que a diminuição do nível de investimentos em infraestrutura de transportes ocasionou problemas no sistema em todo o Brasil. Devido a tal ocorrência, foram verificadas ineficiências, custos adicionais, perda de competitividade, aumento nos tempos das viagens, acidentes, dentre outros problemas.

Além disso, a adoção de uma matriz de transporte focada no modal rodoviário também gerou graves problemas. Problemas estes sentidos até hoje pelos brasileiros e por sua economia. Quando se fala em matriz de transporte no Brasil, pode-se dizer que a matriz é bastante desbalanceada se comparada com outros países de dimensões semelhantes como Rússia, Canadá, EUA e Austrália.

Diante do quadro crítico experimentado, o Ministério dos Transportes teve o prazer de apresentar à sociedade brasileira o PNLT (Plano Nacional de Logística e Transportes). Este plano vem com o objetivo de resgatar o planejamento estratégico no setor de transportes, teve a participação de uma equipe técnica de alto nível responsável pelo seu desenvolvimento, inclusive utilizando-se do CENTRAN, Centro de Excelência em Engenharia de Transportes, que foi fruto da colaboração entre o Ministério da Defesa e o Ministério dos Transportes.

Algumas premissas foram adotadas para o desenvolvimento do PNLT, uma delas é que o PNLT é um plano para o Estado Brasileiro e não um simples Plano de Governo. O PNLT tem seu horizonte focado até 2023. Utiliza-se de planejamento científico que tem como base um banco de dados georreferenciados contendo todos os principais dados de interesse do setor e modelo macroeconômico para análise, simulação e projeção do sistema de transportes no Brasil.

O PNLT é também considerado como inovador, já que concilia/considera aspectos logísticos, custos envolvidos em toda a cadeia de transporte partindo das origens até os destinos, sustentabilidade com o meio ambiente, redução das desigualdades regionais, indução ao desenvolvimento sustentável e uso adequado das modalidades ferroviária e aquaviária no transporte de cargas. Além disso, a participação dos diversos atores no seu desenvolvimento foi de fundamental importância, podendo citar: usuários, universidades, operadores de transportes, setores produtivos (agricultura, indústria, comércio, etc), governos estaduais, governo federal, associações, entidades, órgãos etc.

Outra inovação foi a forma de reestruturação do país em Vetores Logísticos. Vetores Logísticos representam uma nova forma de organização espacial do país na qual as microrregiões homogêneas foram agrupadas em função da superposição georreferenciada de diversos fatores representativos para melhor analisar o portfólio de investimentos.

Dessa organização, resultaram sete agrupamentos chamados de Vetores Logísticos:

  • Amazônico
  • Centro-Norte
  • Nordeste Setentrional
  • Nordeste Meridional
  • Leste
  • Centro-Sudeste
  • Sul

O PNLT com seu portfólio de projetos prioritários já é considerado como marco histórico no processo de resgate do planejamento do sistema de transporte no Brasil, visando o desenvolvimento econômico do país com a participação da sociedade e demais atores envolvidos como forma de racionalizar gastos públicos e de se conseguir eficiência nos serviços executados.

 

 

Fonte: Relatório Executivo do Plano Nacional de Logistica e Transportes.

 

 

 

  • Norte
  • Nordeste
  • Centro Oeste
  • Sudeste
  • Sul

 

Transporte rodoviário é o realizado sobre rodas nas vias de rodagem pavimentadas ou não para transporte de mercadorias e pessoas, sendo na maioria das vezes realizados por veículos automotores (ônibus, caminhões, veículos de passeio, etc.). Como possui, na maioria dos casos, preço de frete superior ao hidroviário e ferroviário, é adequado para o transporte de mercadorias de alto valor ou perecíveis, produtos acabados ou semi-acabados.

É o principal meio de transporte realizado no Brasil. Contudo, devido às suas desvantagens em relação a outros modais, houve uma mudança com o passar dos anos de pensamentos e ações que devem influenciar a sua participação na matriz modal. Essa redução propiciará aos outros modais a contribuir de forma mais eficiente para o transporte de passageiros e de cargas no Brasil.

Características do transporte rodoviário de carga no Brasil:

  • Possui a maior representatividade entre os modais existentes;
  • Adequado para curtas e médias distâncias;
  • Baixo custo inicial de implantação;
  • Alto custo de manutenção;
  • Muito poluente com forte impacto ambiental;
  • Segurança no transporte comprometida devido à existência de roubos de cargas;
  • Serviço de entrega porta a porta;
  • Maior flexibilidade com grande extensão da malha;
  • Transporte com velocidade moderada;
  • Os custos se tornam altos para grandes distâncias;
  • Tempo de entrega confiável;
  • Baixa capacidade de carga com limitação de volume e peso;
  • Integra todos os estados brasileiros.

 

 

 

 

  • Norte
  • Nordeste
  • Centro Oeste
  • Sudeste
  • Sul

  • Norte
  • Nordeste
  • Centro Oeste
  • Sudeste
  • Sul

  • Norte
  • Nordeste
  • Centro Oeste
  • Sudeste
  • Sul
  • Sul
  • Sul
  • Sul

 

Após a extinção do DNPVN (Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis) em 1975, foi criada a PORTOBRAS (Empresa de Portos do Brasil S/A), que assimilou as Diretorias Regionais do DNPVN e as renomeou para Administrações Hidroviárias.

Em 1990 é extinta a PORTOBRAS, seus serviços portuários e hidroviários prestados passaram a ser subordinados ao DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e às Companhias Docas no âmbito de suas respectivas jurisdições.

Compete às Administrações Hidroviárias desenvolver as atividades de execução e acompanhamento de serviços, obras, estudos, exploração dos rios e portos fluviais e lacustres destinados exclusivamente à navegação Interior, bem como definir uma melhor logística para o setor para promover uma melhor infraestrutura para o transporte hidroviário.

São 8 (oito) as Administrações Hidroviárias e estão listadas a seguir:

  • AHIMOC - Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental
  • AHIMOR - Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental
  • AHINOR - Administração das Hidrovias do Nordeste
  • AHIPAR - Administração da Hidrovia do Paraguai
  • AHITAR - Administração das Hidrovias do Tocantins e Araguaia
  • AHRANA - Administração da Hidrovia do Paraná
  • AHSFRA - Administração da Hidrovia do São Francisco
  • AHSUL - Administração das Hidrovias do Sul
  • Norte
  • Nordeste
  • Centro Oeste
  • Sudeste
  • Sul
  • Sul
  • Sul
  • Sul
  • Sul
  • Sul
  • Sul
  • Sul


 

Região Hidrográfica Amazônica

rh amazonica

Informações da Região 

Área Total 6.110.000 km²
Área no Brasil 3.870.000 km²
Países Inseridos na Região Brasil (63%), Peru (17%), Bolívia (11%), Colômbia (5.8%)
Equador (2,2%), Venezuela (0,7%) e Guiana (0,2%)
Estados que Compõem a Região AC, AP, AM, MT, PA, RO, RR
Principais Rios da Região Acre, Amazonas, Aripuanã, Envira, Guaporé, Içá, Japurá, Jari, Javari,
 Juruá, Madeira, Mamoré, Negro, Purus, Solimões, Tapajós, Tarauacá,
Tefé, Teles Pires, Trombetas, Uatumã, Urucu, Xingu.
População / Densidade da Região 7.609.424 / 2,01 hab / km²

 

A maior do mundo em disponibilidade de água

A Amazônia é conhecida mundialmente por sua disponibilidade hídrica e pela quantidade de ecossistemas, como matas de terra firme, florestas inundadas, várzeas, igapós, campos abertos e cerrados. Abriga, ainda, uma infinidade de espécies vegetais e animais: 1,5 milhão de espécies vegetais catalogadas; três mil espécies de peixes; 950 tipos de pássaros; e ainda insetos, répteis, anfíbios e mamíferos.

A Região Hidrográfica Amazônica é constituída pela bacia hidrográfica do rio Amazonas situada no território nacional, pelas bacias hidrográficas dos rios existentes na Ilha de Marajó, além das bacias hidrográficas dos rios situados no Estado do Amapá que deságuam no Atlântico Norte.

Em termos de recursos hídricos, a contribuição média da bacia hidrográfica do rio Amazonas, em território brasileiro, é da ordem de 133.000 m³/s (73% do total do País). Adicionalmente, a contribuição de territórios estrangeiros para as vazões da região hidrográfica é da ordem de 76.000 m³/s. As maiores demandas pelo uso da água na região ocorrem nas sub-bacias dos rios Madeira, Tapajós e Negro, e correspondem ao uso para irrigação (39% da demanda total). A demanda urbana representa 17% da demanda da região (11 m³/s). De um modo geral, os consumos estimados são pouco significativos quando comparados com a disponibilidade hídrica por sub-bacia.

 

Fonte: ANA (Agencia Nacional de Águas)

 

 

 

Região Hidrográfica Paraná

rh parana

Informações da Região Hidrográfica

 

Área Total 879.860 km²
Área no Brasil 879.860 km²
Países Inseridos na Região Brasil (100%)
Estados que Compõem a Região SP, PR, MS, MG, SC, DF, GO
Principais Rios da Região Rio Paraná, Rio Tietê, Rio Paranaíba, Paranapanema
População / Densidade da Região 54.600.424 / - km²

 

O crescimento de grandes centros urbanos, como São Paulo, Curitiba e Campinas, em rios de cabeceira, tem gerado uma grande pressão sobre os recursos hídricos. Isso ocorre porque, ao mesmo tempo em que aumentam as demandas, diminui a disponibilidade de água devido à contaminação por efluentes domésticos, industriais e drenagem urbana.

Originalmente, a Região Hidrográfica do Paraná apresentava os biomas de Mata Atlântica e Cerrado e cinco tipos de cobertura vegetal: Cerrado, Mata Atlântica, Mata de Araucária, Floresta Estacional Decídua e Floresta Estacional Semidecídua. O uso do solo na região passou por grandes transformações ao longo dos ciclos econômicos do País, o que ocasionou um grande desmatamento.

Com relação aos indicadores de saneamento básico, os percentuais da população atendida com abastecimento de água variam de 78,6% (no Paranaíba) a 95% (Tietê). A maioria das unidades hidrográficas está com um percentual acima da média do Brasil que é de 81,5%. O percentual da população atendida com rede coletora de esgotos nas unidades hidrográficas variam entre 32,3% (Paraná) e 84,1% (Grande). Os percentuais de tratamento de esgotos variam de 9,9% (Iguaçu) e 35% (Paranapanema), enquanto a média nacional é de 17,8%.

 

 

 

Fonte: ANA (Agencia Nacional de Águas)

 

 

 

Região Hidrográfica São Francisco

rh saofrancisco

Informações da Região Hidrográfica

 

Área Total 806.000 km²
Área no Brasil 806.000 km²
Países Inseridos na Região Brasil (100%)
Estados que Compõem a Região BA, MG, PE, AL, SE, GO, DF
Principais Rios da Região Rio São Francisco
População / Densidade da Região 13.000.000 / - hab / km²

 

Águas que contribuem para o desenvolvimento de 503 municípios

 

Fundamental pelo volume de água transportada para o Semiárido, a Região Hidrográfica do São Francisco abrange 521 municípios em seis estados: Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Goiás; além do Distrito Federal. Com 2.700km, o rio São Francisco nasce na Serra da Canastra, em Minas Gerais, e escoa no sentido Sul-Norte pela Bahia e Pernambuco, quando altera seu curso para o Sudeste, chegando ao Oceano Atlântico na divisa entre Alagoas e Sergipe. Devido à sua extensão e aos diferentes ambientes que percorre, a região está dividida em Alto, Médio, Sub-Médio e Baixo São Francisco.

A área de drenagem ocupa 8% do território nacional e sua cobertura vegetal contempla fragmentos de Cerrado no Alto e Médio, Caatinga no Médio e Submédio e de Mata Atlântica no Alto São Francisco, principalmente nas cabeceiras. A bacia concentra a maior quantidade e diversidade de peixes de água doce da região Nordeste. A vazão natural média anual do rio São Francisco é de 2.850 metros cúbicos por segundo, mas ao longo do ano pode variar entre 1.077m³/s e 5.290m³/s.

Como reflexo das principais atividades econômicas da Bacia, há necessidade de recuperação ambiental das áreas degradadas para mitigar os impactos sobre os recursos hídricos. A região vive extremos de secas e de cheias. O semi-árido, que extrapola a Bacia, é vulnerável e sujeito a períodos críticos de prolongadas estiagens, que têm sido responsáveis por êxodo de parte de sua população. Por outro lado, os moradores da região metropolitana de Belo Horizonte enfrentam enchentes frequentes.

Rica em recursos naturais, a bacia do São Francisco abriga uma diversidade de culturas, de locais históricos, de sítios arqueológicos e de importantes centros urbanos. Tudo isso associado à imensidão do rio e às belezas naturais da região oferece um grande potencial para o desenvolvimento do turismo, atividade ainda incipiente.

O potencial hidrelétrico da bacia é de 25.795MW, dos quais 10.395MW estão distribuídos nas usinas Três Marias, Queimado, Sobradinho, Itaparica, Complexo Paulo Afonso e Xingó. Os reservatórios Três Marias e Sobradinho têm papel fundamental na regularização das vazões São Francisco. Um dos maiores desafios é que a bacia registra todos os tipos de usos dos recursos hídricos (irrigação, geração de energia, navegação, saneamento, pesca e aquicultura, atividades turísticas e de lazer), o que exige uma análise do conjunto para que se possa planejar adequadamente sua gestão.

O crescimento da agricultura, a pretendida revitalização da navegação, o aumento da demanda energética e a eventual retirada de água da bacia por transposição são temas que podem gerar conflitos entre os setores usuários. Em 2005, a ANA concedeu outorga para o Projeto de Integração do rio São Francisco (Pisf), que prevê duas captações (Eixo Norte e Eixo Leste) no São Francisco, para complementar a oferta de água local no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. A captação do Eixo Norte está prevista para ser implantada em Cabrobó (PE), na calha do rio, e a do Eixo Leste, em Floresta (PE), no reservatório da Hidrelétrica de Itaparica.

 

Fonte: ANA (Agencia Nacional de Águas)

 

 

 

Região Hidrográfica Atlântico Sudeste

rh atlantico-se

Informações da Região Hidrográfica

Área Total 229.972 km²
Área no Brasil 229.972 km²
Países Inseridos na Região Brasil (100%)
Estados que Compõem a Região ES, MG, PR, RJ, SP
Principais Rios da Região Paraíba do Sul e Rio Doce
População / Densidade da Região 25.600.000 / 3.000 hab / km²

 

Região enfrenta sérios problemas por causa da escassez de água

 

A Região Hidrográfica Atlântico Sudeste é conhecida nacionalmente pelo elevado contingente populacional e pela importância econômica de sua indústria. O grande desenvolvimento da região, entretanto, é motivo de problemas em relação à disponibilidade de água. Isso ocorre porque, ao mesmo tempo em que apresenta uma das maiores demandas hídricas do País, a bacia também possui uma das menores disponibilidades relativas.

Nesse contexto, promover o uso sustentado dos recursos hídricos na região, garantindo seu uso múltiplo, representa um grande desafio. Esse trabalho implica em colocar em prática formas de gestão que conciliem o crescimento econômico e populacional de região com a preservação ambiental.

Em relação ao uso e à ocupação do solo, um dos principais problemas se refere à ocupação irregular de encostas, áreas ribeirinhas e de mananciais, estimulada em grande parte pela especulação imobiliária. Devido ao intenso e desordenado processo de uso e ocupação, podem ser encontrados ao longo dos rios apenas pequenos trechos com vegetação ciliar e geralmente em mau estado de conservação.

 

Fonte: ANA (Agencia Nacional de Águas)

 

 

 

Região Hidrográfica Tocantins - Araguaia

 

rh tocantinsaraguaia

 

Informações da Região Hidrográfica

 

Área Total  967.059 km²
Área no Brasil  967.059 km²
Países Inseridos na Região  Brasil (100%)
Estados que Compõem a Região TO, PA, MA, MT, GO, DF
Principais Rios da Região  Rio Tocantins, Rio Araguaia
População / Densidade da Região  7.900.000 / 8,01 hab / km²

 

A vocação agrícola do Tocantins

A Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia apresenta grande potencialidade para a agricultura irrigada, especialmente para o cultivo de frutíferas, de arroz e outros grãos (milho e soja). Atualmente, a necessidade de uso de água para irrigação corresponde a 66% da demanda total da região e se concentra na sub-bacia do Araguaia devido ao cultivo de arroz por inundação. A área irrigável (por inundação e outros métodos) é estimada em 107.235 hectares.

Na Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia estão presentes os biomas Floresta Amazônica, ao norte e noroeste, e Cerrado nas demais áreas. O desmatamento da região se intensificou a partir da década de 70, com a construção da rodovia Belém-Brasília, da hidrelétrica de Tucuruí e da expansão das atividades agropecuárias e de mineração. Atualmente, o desmatamento se deve principalmente à atividade de indústrias madeireiras nos estados do Pará e Maranhão.

Com relação aos indicadores de saneamento básico, todas as unidades hidrográficas apresentam valores superiores às médias nacionais.

 

Fonte: ANA (Agencia Nacional de Águas)

 

 

 

Região Hidrográfica Uruguai

rh uruguai

Informações da Região Hidrográfica

 

Área Total 174.612 km²
Área no Brasil 174.612 km²
Países Inseridos na Região Brasil, Argentina, Uruguai
Estados que Compõem a Região RS, SC
Principais Rios da Região Rio Uruguai, Rio Pelotas, Rio Canoas
População / Densidade da Região 3.800.000 / - hab / km²

 

Região se destaca pelas atividades agroindustriais e pelo potencial hidrelétrico

A Região Hidrográfica do Uruguai tem grande importância para o País em função das atividades agroindustriais desenvolvidas e pelo seu potencial hidrelétrico. O rio Uruguai possui 2.200 quilômetros de extensão e se origina da confluência dos rios Pelotas e Canoas. Nesse trecho, o rio assume a direção Leste-Oeste, dividindo os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Em função das suas características hidrológicas e dos principais rios formadores, a área foi dividida em 13 unidades hidográficas, sendo que 4 ficam no estado de Santa Catarina e 9 no estado do Rio Grande do Sul. Cerca de 3,8 milhões de pessoas vivem na parte brasileira da região hidrográfica do Uruguai, com maior concentração nas unidades hidrográficas de Chapecó, Canoas, Ibicui e Turvo.

A região possui um total de 384 municípios, dos quais merecem destaque Lages e Chapecó, em Santa Catarina; Erechim, Ijuí, Uruguiana, Santana do Livramento e Bagé, no Rio Grande do Sul.

Os indicadores de saneamento básico são também importantes para a caracterização da região. Em relação à parcela de população abastecida de água, com exceção das unidades hidrográficas Ijui, Quaraí, Santa Maria e Negro, em todas as demais apresentam valores abaixo da média nacional (81,5%). A porcentagem da população atendida com rede de esgoto na região varia entre 6,0 e 42%, valores abaixo de 47,2% que corresponde à média nacional. A porcentagem de esgoto tratado nas unidades hidrográficas é muito baixa, com média de 6,0%, valor inferior à média brasileira (17,8%).

Em relação à vegetação, a bacia apresentava, originalmente, nas nascentes do rio Uruguai, os Campos e a Mata com Araucária e, na direção sudoeste a Mata do Alto Uruguai, Mata Atlântica. Atualmente, a região encontra-se intensamente desmatada e apenas regiões restritas conservam a vegetação original.

                                                    

Fonte: ANA (Agencia Nacional de Águas)

 

 

 

 

Região Hidrográfica Parnaíba

 

rh parnaiba

 

Informações da Região Hidrográfica

 

Área Total 344.112 km²
Área no Brasil 344.112 km²
Países Inseridos na Região Brasil (100%)
Estados que Compõem a Região PI, MA, CE
Principais Rios da Região Rio Parnaíba, Rio Balsas e Rio Poti
População / Densidade da Região 3.630.431 / 10,09 hab / km²

 

Depois da bacia do rio São Francisco, a Região Hidrográfica do Parnaíba é hidrologicamente a segunda mais importante da Região Nordeste. Sua região hidrográfica é a mais extensa dentre as 25 bacias da Vertente Nordeste e abrange o Estado do Piauí e parte dos Estados do Maranhão e do Ceará. A região, no entanto, apresenta grandes diferenças inter-regionais tanto em termos de desenvolvimento econômico e social quanto em relação à disponibilidade hídrica.

A escassez de água, aliás, tem sido historicamente apontada como um dos principais motivos para o baixo índice de desenvolvimento econômico e social. Entretanto, os aqüíferos da região apresentam o maior potencial hídrico da Região Nordeste e podem, se explorados de maneira sustentada, representar um grande diferencial em relação às demais áreas do Nordeste brasileiro no que se refere à possibilidade de promover o desenvolvimento econômico e social.

O percentual da população abastecida por água apresenta uma média de 56,4%, oscilando entre 41,8% (unidade hidrográfica do rio Portinho) e 71,4% (unidade hidrográfica do rio Poti), abaixo portanto da média nacional, de 81,5%. A situação é crítica em relação a rede de esgotamento sanitário que apresenta um valor médio de 4%, muito abaixo da média nacional (47,2%). A região apresenta os menores índices de esgotamento sanitário do País. Em relação ao tratamento de esgoto, apenas a unidade hidrográfica do Poti dispõe deste serviço com 9,2%.

 

Fonte: ANA (Agencia Nacional de Águas)

 

 

 

 

 

Região Hidrográfica Atlântico Leste

rh atlanticoleste

Informações da Região Hidrográfica

Área Total 374.677 km²
Área no Brasil 374.677 km²
Países Inseridos na Região Brasil (100%),
Estados que Compõem a Região SE, BA, MG, ES
Principais Rios da Região Rio Pardo
População / Densidade da Região 13.641.045 / 36 hab / km²

 

A Região Hidrográfica Atlântico Leste contempla as capitais dos estados de Sergipe e da Bahia, alguns grandes núcleos urbanos e um parque industrial significativo, estando nela inseridos, parcial ou integralmente, 526 municípios.

A vazão média de longo período estimada da região é da ordem de 1.400,43 m³/s, que representa 0,9% do total do País.

A Região Hidrográfica Atlântico Leste tem fragmentos dos Biomas Floresta Atlântica, Caatinga, pequena área de Cerrados e, evidentemente, biomas Costeiros e Insulares. É nesta região hidrográfica que se observa uma das maiores evoluções da ação antrópica sobre a vegetação nativa - a caatinga foi devastada pela pecuária que invadiu os sertões; o Recôncavo Baiano e a Zona da Mata foram desmatados para a implantação da cultura canavieira; e as matas úmidas do sul da Bahia foram substituídas pelas plantações de cacau. Ainda hoje, o extrativismo vegetal, principalmente para exploração do potencial madeireiro, representa uma das atividades de maior impacto sobre o meio ambiente.

 

Fonte: ANA (Agencia Nacional de Águas)

 

 

 

Região Hidrográfica Atlântico Nordeste Oriental

 

rh atlantico-ne-orient

 

Informações da Região Hidrográfica

 

Área Total 287.348 km²
Área no Brasil 287.348 km²
Países Inseridos na Região Brasil (100%)
Estados que Compõem a Região PI, CE, RN, PB, PE, AL
Principais Rios da Região Rio Piranhas, Rio Açú, Rio Jaguaribe
População / Densidade da Região 21.600.000 km² / - / km²

 

A Região Hidrográfica Atlântico Nordeste Oriental tem uma importância singular em relação à ocupação urbana ao contemplar cinco importantes capitais do Nordeste, regiões metropolitanas, dezenas de grandes núcleos urbanos e um parque industrial significativo. Nesse cenário, destaca-se o fato de a região abranger mais de uma dezena de pequenas bacias costeiras, caracterizadas pela pequena extensão e vazão de seus corpos d'água.

A região contempla fragmentos dos Biomas Floresta Atlântica, Caatinga, pequena área de Cerrados, e Biomas Costeiros e Insulares. É nesta bacia hidrográfica que se observa uma das maiores evoluções da ação antrópica sobre a vegetação nativa - a caatinga foi devastada pela pecuária que invadiu os sertões; a Zona da Mata foi desmatada para a implantação da cultura canavieira. Ainda hoje, o extrativismo vegetal, principalmente para exploração do potencial madeireiro, representa uma das atividades de maior impacto sobre o meio ambiente.

Em algumas áreas das bacias costeiras limítrofes com a Região Hidrográfica do São Francisco, situa-se parte do polígono das secas, território reconhecido pela legislação como sujeito a períodos críticos de prolongadas estiagens, com várias zonas geográficas e diferentes índices de aridez.

 

Fonte: ANA (Agencia Nacional de Águas)

 

 

 

Região Hidrográfica Atlântico Nordeste Ocidental

 

rh atlantico-ne-ocid

 

Informações da Região Hidrográfica

 

Área Total 254.100 km²
Área no Brasil 254.100 km²
Países Inseridos na Região Brasil (100%)
Estados que Compõem a Região MA, PA
Principais Rios da Região Rio Mearim, Rio Itapecuru, Rio Grajaú
População / Densidade da Região 4.742.431 / - hab / km²

 

Baixo lançamento de esgotos ainda garante rios limpos

 

A Região Hidrográfica Atlântico Nordeste Ocidental está situada, basicamente, no Maranhão e numa pequena porção oriental do estado do Pará.

A região apresenta uma vazão média de 2.514 m³/s, ou seja, 1% do total do País. As sub-bacias dos rios Mearim e Itapecuru são as maiores, com áreas de 101.061 quilômetros quadrados e 54.908 quilômetros quadrados, respectivamente, é onde se concentra a maior demanda por m³/s de água.

A principal necessidade da água na bacia é para consumo humano, correspondendo a 64% do total. Em seguida, vêm a demanda animal, com 15% do uso total e a demanda para irrigação, com 17%.

Os mais importantes ecossistemas da região são a floresta equatorial, restingas, mata de transição, floresta estacional decidual (mata caducifólia). Os impactos ambientais mais significativos em função da ocupação humana são observados, atualmente, na zona de transição ocidental da floresta tropical. Dados apontam para uma taxa média de desmatamento bruto, em 1998, de 1.012 km². Em grande parte da bacia costeira do nordeste ocidental, são utilizadas práticas agrícolas inadequadas, acarretando processos erosivos, salinização e, em alguns casos, formação de áreas desertificadas .

A região não enfrenta grandes problemas em relação à qualidade das águas dos rios. Isso se deve, principalmente, às localidades urbanas de pequeno e médio portes e ao parque industrial de pouca expressão. Porém, na região metropolitana de São Luis e em alguns núcleos urbanos ribeirinhos, a contaminação das águas pelo lançamento de esgotos sem tratamento causa perdas e restringe outros usos. Estima-se que a carga orgânica doméstica remanescente na bacia hidrográfica seja de 149 toneladas de DBO5/dia (Demanda Bioquímica de Oxigênio), cerca de 2,3% do total do País.

 

 

Fonte: ANA (Agencia Nacional de Águas)

 

 

 

Região Hidrográfica Paraguai

rh paraguai

Informações da Região Hidrográfica

 

Área Total 1.095.000 km²
Área no Brasil 400.000 km²
Países Inseridos na Região Brasil (33%) e o restante dividido entre Argentina, Bolívia e Paraguai
Estados que Compõem a Região MT, MS
Principais Rios da Região Rio Paraguai
População / Densidade da Região 1.900.00 / - hab / km²

 

A Região Hidrográfica do Paraguai inclui uma das maiores extensões úmidas contínuas do planeta, o Pantanal, considerado Patrimônio Nacional pela Constituição Federal de 1988 e Reserva da Biosfera pela UNESCO no ano de 2000.

Na Região Hidrográfica do Paraguai, observa-se a presença de Cerrado e Pantanal, além de zonas de transição entre esses dois biomas. A vegetação predominante é a Savana Arborizada (Cerrado) e a Savana Florestada (Cerradão).

Com relação aos indicadores de saneamento básico, 77% da população da região hidrográfica é abastecida de água, percentual abaixo do valor médio nacional que é de 81,5%. O percentual da população da região hidrográfica com rede de esgoto é de 20%, abaixo do percentual nacional (47,2%). Quanto ao esgoto tratado, a região apresenta um percentual de 17,2%, próximo da média nacional (17,8%).

Desde a década de 70, a expansão da pecuária e da soja em áreas do Planalto tem aumentado o desmatamento e a erosão. Pelo fato de vários rios da região, como o Taquari e o São Lourenço, apresentarem elevada capacidade de transporte de sedimentos tem aumentado a deposição de sedimentos no Pantanal e o conseqüente assoreamento dos rios localizados nas regiões de menor altitude.                                                    

 

Fonte: ANA (Agencia Nacional de Águas)

 

 

 

Região Hidrográfica Atlântico Sul

 

rh atlantico-s

 

Informações da Região Hidrográfica

 

Área Total 185.856 km²
Área no Brasil 185.856 km²
Países Inseridos na Região Brasil (100%)
Estados que Compõem a Região PR, SC, RS
Principais Rios da Região Rio Jacuí, Rio Taquari
População / Densidade da Região 11.600.000 / - hab / km²

 

Região tem forte vocação para o turismo

A Região Hidrográfica Atlântico Sul destaca-se por abrigar um expressivo contingente populacional, pelo desenvolvimento econômico e por sua importância para o turismo. A região se inicia ao norte, próximo à divisa dos estados de São Paulo e Paraná, e se estende até o arroio Chuí, ao sul.

A população da região está concentrada, principalmente, nas unidades hidrográficas Litoral de Santa Catarina e Guaíba.

Os indicadores de saneamento mostram que 80,6% da população são abastecidos por água, valor próximo à média nacional (81,5%). Todas as unidades hidrográficas da região apresentam um baixo nível de atendimento da população por esgoto, com valores entre 22,4 e 45,1%, que estão abaixo da média do País, de 47,2%. O nível de esgoto tratado também é baixo, apresentando valores entre 5,9 e 13,5%.

A Região Hidrográfica Atlântico Sul possui, como vegetação original predominante, a Mata Atlântica, que tem sofrido intensa ação antrópica. A Mata Atlântica se estende desde São Paulo até o norte do Rio Grande do Sul. Estima-se atualmente que apenas 12 % dela estejam preservadas.

 

Fonte: ANA (Agencia Nacional de Águas)

 

 

 

Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental - AHIMOC

ahimoc

Informações da Administração Hidroviária

 

Cargas Transportadas Soja, fertilizantes, derivados de petróleo, cimento,
frutas, eletroeletrônicos, veículos,produtos frigorificados, seixo, bebidas
Eclusas -
Portos / Terminais -
Principais Rios da Administração Rio Madeira, Rio Aripuanã, Rio Purus, Rio Solimões, Rio Negro, Rio Acre, Rio Branco

 

A Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental (Ahimoc), órgão vinculado ao Ministério dos Transportes, é responsável pela promoção e desenvolvimento das atividades de execução, acompanhamento e fiscalização de estudos, obras e serviços de hidrovias, dos portos fluviais e lacustres que lhe venham a ser atribuídos pelo Departamento Nacional de Infraestrutura - DNIT, assim como outras atividades compatíveis com suas atribuições e jurisdição.

A Ahimoc está localizada em Manaus, na Rua Marquês de Santa Cruz, nº 264 – Centro (antiga Capitania dos Portos). Uma das principais ações do órgão é a manutenção da infraestrutura da hidrovia do rio Madeira, que tem uma extensão de 1.056 km, através da sinalização do canal navegável, do balizamento flutuante das passagens críticas em pedrais, da manutenção das profundidades nos trechos críticos e monitoramento ambiental.

A AHIMOC tem atualmente na Hidrovia do Rio Madeira seu principal campo de atuação, fundamental via de escoamento para os mercados consumidores do exterior da produção de soja do Centro Oeste, bem como da própria região amazônica. A Hidrovia do Madeira com suas 570 milhas ( 1.056 km ) navegáveis é de vital importância para o desenvolvimento regional devido sua posição estratégica. Constitui se praticamente como a única via de transporte para a população que vive nas cidades às suas margens, excluindo-se apenas a cidade de Humaitá (AM). A Hidrovia do Madeira inicia-se em Porto Velho , no estado de Rondônia e vai até a sua foz, na confluência com rio Amazonas, no estado de mesmo nome.

 

 Fonte: AHIMOC (Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental)

 

 

 

    

Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental - AHIMOR

ahimor

Informações da Administração Hidroviária

 

Cargas Transportadas -
Eclusas -
Portos / Terminais -
Principais Rios da Administração Rio Capim, Rio Tapajós, Rio Tocantins, Rio Tucuruí

 

A Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental - AHIMOR é o órgão destinado a desenvolver as atividades de execução e acompanhamento de estudos, obras, serviços e exploração das vias navegáveis interiores, bem como dos portos fluviais e lacustres que lhe sejam atribuídos pelo Ministério dos Transportes, no âmbito geográfico da Amazônia Oriental.

 

Fonte: AHIMOR (Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental)

 

 

 

 

    

Administração das Hidrovias do Nordeste - AHINOR

ahinor

Informações da Administração Hidroviária

 

Cargas Transportadas Arroz, cana de açúcar, soja, milho
Eclusas -
Portos / Terminais -
Principais Rios da Administração Rio Parnaíba, Rio Balsas, Rio Preguiça, Rio Grajaú, Rio Itapecuru, Rio Mearim

 

A Administração das Hidrovias do Nordeste - AHINOR, com sede na Rua da Paz, nº 561-Centro ,em São Luis-MA, CEP: 65.020-450, com a extinção da PORTOBRÁS, passou a ser vinculada administrativamente à Companhia Docas do Maranhão – CODOMAR e Técnica e Orçamentariamente ao Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes-DNIT. Uma das principais ações da ahinor é a manutenção da infra-estrutura dos rios das bacias do Nordeste, numa extensão linear acumulada de cerca de 5.300 Km, com as atividades de desobstrução do leito e limpeza das margens, remoção de balseiros flutuantes, Implantação de espigões para manutenção de profundidades, sinalização fixa de margens em passagens críticas, recuperação e implantação de atracadouros hidroviários, dentre outras.

Nessa região, encontra-se a Hidrovia do Mearim/Pindaré, administrada pela ahinor - Administração das Hidrovias do Nordeste. Essa hidrovia abrange a navegação nos rios maranhenses Mearim e Pindaré, que se interligam aos lagos de Viana e Cajari, dando acesso às cidades de Cajarí (MA), Viana (MA) e Penalva (MA). Com uma extensão navegável de 1.100 km e sistema de sinalização por meio de placas de margens para orientação do canal navegável nos pontos críticos, essa hidrovia está identificada com a movimentação de mercadorias de subsistência e desfrutam de grande potencial de desenvolvimento futuro.

A navegabilidade desses rios é beneficiada pela excepcional amplitude da maré que se manifesta na região. A navegação é feita por embarcações regionais, que mantêm irregular comércio de produtos regionais para o mercado de São Luís (MA) e de cidades ribeirinhas.

Além dos rios Mearim e Pindaré, o rio Grajaú também afluente do Mearim e trechos de rios e lagoas da Baixada Ocidental Maranhense, que desembocam na Baía de São Marcos. Os rios Itapecuru e Munim, que desembocam na Baía de São José e o rio Pericumã, que desemboca na Baía de Cumã, também são navegáveis.

As potencialidades minerais no Piauí são efetivamente grandes e estão distribuídas por todo o Estado, com grande parte das jazidas localizadas nas regiões Sudeste e Noroeste.

Ao longo do rio Parnaíba e de seus afluentes da margem direita, Gurguéia, Uruçuí Preto, Canindé, Poty e Longá, bem como nas margens dos diversos subafluentes, lagoas e açudes, existe um imenso potencial de solo e água adequados à implantação de uma fruticultura moderna baseada na irrigação. São cerca de 450 mil hectares de terras apropriadas ao uso da irrigação.

A pesca extrativa de águas interiores constitui-se numa tradicional atividade econômica piauiense, essa atividade estende-se por todos os rios perenes ou semiperenes do Estado, com destaque para o rio Parnaíba e seus afluentes, como Longá, Poty, Gurguéia e outros. As lagoas e os açudes espalhados pelo território estadual são também objeto de pesca extrativa. Nesse conjunto de lagoas/lagos destaca-se o lago de Boa Esperança, no município de Guadalupe, formado pelo represamento do rio Parnaíba. Esse lago acumula 5 bilhões de metros cúbicos de água e apresenta uma superfície útil da ordem de 40 mil hectares. O potencial de pesca estimado, somente nesse lago, é de 2.100 toneladas/ano, representando 52,7 kg de pescado/há/ano.

Junto ao lago existe um entreposto pesqueiro com 260 m² de área edificada, composto de sala de recepção, câmara de estocagem para 20 toneladas, fábrica de gelo para 8 toneladas/dia e um silo de gelo para 15 toneladas.

 

Fonte: ahinor (Administração das Hidrovias do Nordeste)

    

 

 

Administração das Hidrovias do Paraguai - AHIPAR

ahipar

Informações da Administração Hidroviária

 

Cargas Transportadas -
Eclusas -
Portos / Terminais -
Principais Rios da Administração  Rio Paraguai, Rio Paraná

 

A Administração da Hidrovia do Paraguai - AHIPAR, compete acompanhar e executar as atividades de manutenção, estudos, obras, serviços e exploração dos rios e portos na bacia hidrográfica do rio Paraguai.

A Hidrovia Paraguai-Paraná é um dos mais extensos e importantes eixos continentais de integração política, social e econômica. Ela corta metade da América do Sul, vai desde a cidade de Cáceres, no estado de Mato Grosso, até Nova Palmira, no Uruguai. São 3.442 km, sendo 2.202 km até a divisa com o Paraguai e Argentina, e servem a cinco países: Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.

 

Fonte: AHIPAR (Administração das Hidrovia do Paraguai)

 

 

 

Administração das Hidrovias do Tocantins e Araguaia - AHITAR

ahitar

Informações da Administração Hidroviária

Cargas Transportadas  Grãos em geral
Eclusas  Eclusa de Tucuruí
Portos / Terminais  Terminal rodo-hidroviário de Aruanã - GO
Principais Rios da Administração  Rio Araguaia, Rio Tocantins

 

Possui uma rampa de acesso revestida em concreto armado, uma carreira, para içamento de embarcações para manutenção com força tração de 100 tf, oficina mecânica com torno, fresa e demais equipamentos, uma marcenaria completa, galpão guarda barcos, edifício administrativo, almoxarifado, uma residência de trânsito para até 10 pessoas.

O Ponto de Apoio da AHITAR em Conceição do Araguaia está localizado as margens do rio Araguaia, na Av. Couto Magalhães nº 51 Centro. Compõe a estrutura local o prédio principal onde abriga a administração, sala de reuniões e copa, um galpão para abrigar automóveis e embarcações e um alojamento para 10 pessoas.

Fonte: AHITAR (Administração das Hidrovias do Tocantins Araguaia)

 

 

 

Administração das Hidrovias do São Franscisco - AHSFRA

ahsfra

Informações da Administração Hidroviária

 

Cargas Transportadas Grãos
Eclusas Sobradinho
Portos / Terminais Porto de Pirapora, Porto de Juazeiro, Porto de Petrolina e
 Porto de Ibotirama
Principais Rios da Administração Rio Madeira, Rio Aripuanã, Rio Purus, Rio Solimões, Rio Negro, Rio Acre, Rio Branco

 

A Administração da Hidrovia do São Francisco - AHSFRA, órgão de infra-estrutura hidroviária e portuária, tem como principal atribuição a prestação de serviços públicos de manutenção e aprimoramento das condições de navegabilidade do rio São Francisco e de seus afluentes navegáveis, mantendo-os em plenas condições para a realização da navegação comercial.

A realização rotineira dos serviços acima mencionados, associada à regularização de vazões promovida pelos reservatórios das Usinas Hidrelétricas de Três Marias e de Sobradinho, assegura a manutenção permanente da navegabilidade do rio São Francisco, durante todo o ano.

A carga estimada com perfil hidroviário na área de influência da hidrovia é de mais de 4 milhões de toneladas/ano. Ao incluir o modal hidroviário no transporte desse volume de mercadorias, estima-se obter uma economia anual de 50 milhões de reais, em relação à matriz de transporte atualmente utilizada (quase exclusivamente rodoviária).

Mesmo em franca operação, a Hidrovia do São Francisco precisa realizar novas obras e estudos, aumentando a confiabilidade do modal para atrair maior volume de carga. A navegação interior é estratégica para todos os países desenvolvidos e que possuem uma rede hidrográfica desenvolvida, como no caso do Brasil.

Para cumprir a atribuição principal de uma administração hidroviária, se torna imprescindível o trabalho de pessoal técnico qualificado e especializado, que possua conhecimentos em áreas como: engenharia civil, engenharia civil hidroviária, engenharia mecânica, hidrologia, meio-ambiente, morfologia fluvial. Além de pessoal para realizar o apoio administrativo às tarefas operacionais, com conhecimentos das leis federais e em especial daquelas do setor de transportes, processos licitatórios, contabilidade de órgãos públicos, dentre outros.

O assunto Hidrovia é de grande relevância para a bacia do rio São Francisco, tal a importância das hidrovias como fomentador do desenvolvimento econômico e da expansão de fronteiras agrícolas no interior do país. Porem torna-se difícil a realização de todas as obras, serviços de manutenção e estudos necessários à efetiva implantação da Hidrovia do São Francisco, como importante modal de transporte que representa, contando com os parcos recursos disponíveis, que não são sequer próximos aos valores necessários para a transformação da hidrovia em um forte atrativo para investimento privado e a sua franca exploração comercial.

 

Fonte: AHSFRA (Administração da Hidrovia do São Francisco)

                                                    

Administração das Hidrovias do Paraná - AHRANA

ahrana

Clique na imagem para maiores informações

Informações da Administração Hidroviária

 

Cargas Transportadas Grãos e derivados, areia e cascalho para construção civil, fertilizantes, madeira, carvão e máquinas
Eclusas Jupiá, Porto Primavera, Três Irmãos
Portos / Terminais ADM/SARTC, Caramuru, Três Lagoas, Panorama, Presidente Epitáfio
Principais Rios da Administração Rio Paraná, Rio Tietê

 

A Administração da Hidrovia do Paraná - AHRANA é o responsável na bacia do Rio Paraná e seus afluentes, sendo navegáveis principalmente os Rios Grande e Paranaíba, além do Rio Paraná.

Essas duas instituições é o de trabalhar na direção de melhorias localizadas ao longo desses trechos navegáveis objetivando, principalmente, a segurança ao tráfego e à operação ininterrupta de todo o sistema. Para isso executam melhorias nas obras existentes, aprimoram o sistema de sinalização e balizamento dessas vias, mas sobretudo observam, acompanham e atuam para a manutenção dos níveis mínimos navegáveis dos reservatórios, garantindo assim a continuidade do transporte de cargas por essas vias.

Muito se fala sobre os impactos que as hidrovias causam sobre o meio ambiente. Toda ação humana, algumas mais outras menos, causa impacto ao meio ambiente.

Desde que o homem descobriu a exploração dos recursos naturais para melhorar seu conforto, a utilização desses recursos vem sendo gradativamente crescente, nem sempre com os devidos cuidados para uma exploração racional desses recursos.

 

Fonte: AHRANA (Administração da Hidrovia do Paraná)

 

 

 

    

Administração das Hidrovias do Sul - AHSUL

ahsul

Informações da Administração Hidroviária

 

Cargas Transportadas -
Eclusas -
Portos / Terminais -
Principais Rios da Administração -

 

 

 

    

Vetor Amazônico

 

amazonico

Indicadores Socioeconômicos desse Vetor

Indicadores  Vetor Logístico
Amazônico
 Área   Mil Km2   3.372,09  
 % BR   39,55  

 PIB Total R$ Milhões 

(Preços de 2005) 

2002  Abs   61.892  
 % BR   3,45  
 2023   Abs   123.474  
 % BR   3,46  
 Var % aa   3,34  
 População Total   2002   Abs   7.391.656  
 % BR   4,24  
 2023   Abs   12.318.878  
 % BR   5,62  
 Var % aa   2,46  

 Densidade

(habs p/Km2) 

 2002   2,19  
 2023   3,65  

 PIB per Capita

(R$) 

 2002   8.373,18  
 2023   10.023,15  
 Var % aa   0,86  

 

Portifólio de Investimentos

 

 

 

Vetor Centro Norte

 

centro-norte

 

Indicadores Socioeconômicos desse Vetor

Indicadores  Vetor Logístico  
Centro Norte
 Área   Mil Km2  1.721,51
 % BR   20,19 

 PIB Total R$ Milhões 

(Preços de 2005) 

2002  Abs   58.967 
 % BR   3,28 
 2023   Abs   106.593 
 % BR   2,99 
 Var % aa   2,86 
 População Total   2002   Abs   13.803.263 
 % BR   7,91 
 2023   Abs   20.152.914
 % BR   9,20 
 Var % aa   1,82 

 Densidade

(habs p/Km2) 

 2002   8,02 
 2023   11,71 

 PIB per Capita

(R$) 

 2002   4.271,95 
 2023   5.289,19
 Var % aa   1,02 

 

Portifólio de Investimentos

 

 

 

Vetor Nordeste Setentrional

 

nordeste-setent

Indicadores Socioeconômicos desse Vetor 

Indicadores  Vetor Logístico
Nordeste Setentrional
 Área   Mil Km2   555,14  
 % BR   6,51  
 PIB Total R$ Milhões  (Preços de 2005)  2002  Abs   132.833  
 % BR   7,40  
 2023   Abs   232.829  
 % BR   6,53  
 Var % aa   2,71  
 População Total   2002   Abs   27.502.692  
 % BR   15,77  
 2023   Abs   32.194.369  
 % BR   14,70  
 Var % aa   0,75  
 Densidade (habs p/Km2)   2002   49,54  
 2023   57,99  
 PIB per Capita (R$)   2002   4.829,81  
 2023   7.231,99  
 Var % aa   1,94  

 

Portifólio de Investimentos

 

 

 

Vetor Nordeste Meridional

 

nordeste-merid

Indicadores Socioeconômicos desse Vetor

Indicadores  Vetor Logístico  
Nordeste Meridional
 Área   Mil Km2   669,88  
 % BR   7,86  
 PIB Total R$ Milhões  (Preços de 2005)  2002  Abs   92.470  
 % BR   5,15  
 2023   Abs   168.694  
 % BR   4,73  
 Var % aa   2,90  
 População Total   2002   Abs   15.358.222  
 % BR   8,81  
 2023   Abs   18.060.834  
 % BR   8,24  
 Var % aa   0,77  
 Densidade (habs p/Km2)   2002   22,93  
 2023   26,96  
 PIB per Capita (R$)   2002   6.020,90  
 2023   9.340,32  
 Var % aa   2,11  

 

Portifólio de Investimentos

 

 

 

Vetor Leste

 

leste

Indicadores Socioeconômicos desse Vetor

Indicadores  Vetor Logístico  
Leste
 Área   Mil Km2   653,67  
 % BR   7,67  
 PIB Total R$ Milhões  (Preços de 2005)  2002  Abs   448.963  
 % BR   25,00  
 2023   Abs   914.037  
 % BR   25,63  
 Var % aa   3,44  
 População Total   2002   Abs   36.957.095  
 % BR   21,19  
 2023   Abs   46.041.998  
 % BR   21,02  
 Var % aa   1,05  
 Densidade (habs p/Km2)   2002   56,54  
 2023   70,44  
 PIB per Capita (R$)   2002   12.148,23  
 2023   19.852,25  
 Var % aa   2,37  

 

Portifólio de Investimentos

 

 

 

Vetor Centro Sudeste

 

centro-sudeste

Indicadores Socioeconômicos desse Vetor

Indicadores  Vetor Logístico  
Centro Sudeste
 Área   Mil Km2   1.117,81  
 % BR   13,11  
 PIB Total R$ Milhões  (Preços de 2005)  2002  Abs   763.709  
 % BR   42,53  
 2023   Abs   1.525.101  
 % BR   42,76  
 Var % aa   3,35  
 População Total   2002   Abs   55.049.721  
 % BR   31,57  
 2023   Abs   69.035.985  
 % BR   31,51  
 Var % aa   1,08  
 Densidade (habs p/Km2)   2002   49,25  
 2023   61,76  
 PIB per Capita (R$)   2002   13.873,07  
 2023   22.091,39  
 Var % aa   2,24  

 

Portifólio de Investimentos

 

 

 

Vetor Sul

 

sul

Indicadores Socioeconômicos desse Vetor

Indicadores  Vetor Logístico
Sul
 Área   Mil Km2   436,31  
 % BR   5,12  

 PIB Total R$ Milhões

  (Preços de 2005) 

2002  Abs   236.785  
 % BR   13,19  
 2023   Abs   495.932  
 % BR   13,90  
 Var % aa   3,58  
 População Total   2002   Abs   18.338.410  
 % BR   10,52  
 2023   Abs   21.277.873  
 % BR   9,71  
 Var % aa   0,71  

 Densidade

(habs p/Km2) 

 2002   42,03  
 2023   48,77  

 PIB per Capita

(R$) 

 2002   12.911,99  
 2023   23.307,42  
 Var % aa   2,85  

 

Portifólio de Investimentos

 

 

 

Downloads

Nesta seção estão disponibilizados para download mapas relacionados aos modais de transporte rodoviário, ferroviário e hidroviário. Existem mapas nacionais e mapas regionais, além de outros mapas especiais como o Mapa Multimodal, Mapa Multimodal do Plano Nacional de Logística e Trasnportes (PNLT), do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e das Concessões.

No Mapa Ferroviário possuem dados sobre as ferrovias como: o nome das empresas concessionárias e tipos de bitola (cuja identifificação é representada no traçado de cada ferrovia).

No Mapa Rodoviário existem informações sobre as rodovias federais e estadurais, bem como a sua condição (duplicada, pavimentada, em obra de pavimentação, em leito natural, implantada e planejada). Essas condições são representadas por tipo de traço e cores diferentes.

No Mapa de Concessões Rodoviárias estão marcadas as rodovias que foram concedidas pelo Governo Federal à iniciativa privada. O referido mapa traz informações como: as etapas em que as rodovias foram concedidas; o início e o fim do trecho concedido; e a extensão do trecho em regime de concessão.

No Mapa da América do Sul é possível verificar a divisão política entre os países, modais como o rodoviário e ferroviário e ainda a localização de portos e aeroportos. E, no mapa do Plano de Aceleração do Crescimento - PAC, você poderá observar as obras que constam neste programa do governo federal para melhorar a infraestrutura do transporte o Brasil.

Obs.: Para fazer o download do mapa desejado basta clicar sobre as figuras abaixo e será aberto um arquivo em formato *.PDF para ser salvo se necessário.

 

Mapa Multimodal
Mapa Multimodal
Mapa Multimodal
MapaMultimodal-03 MapaMultimodal-03 MapaMultimodal-03
Mapa Multimodal
Mapa Multimodal
Mapa Multimodal
MapaMultimodal-03 MapaMultimodal-03 MapaMultimodal-03
Mapa Multimodal Mapa Multimodal Mapa Multimodal
MapaMultimodal-03 MapaMultimodal-03 MapaMultimodal-03
Mapa Multimodal Mapa Multimodal Mapa Multimodal
MapaMultimodal-03 MapaMultimodal-03 MapaMultimodal-03

Sistema de Informações Geográficas

 

Já há algum tempo, com a evolução da informática, surgiram novas possibilidades de análises estratégicas para o auxílio na tomada de decisão. A possibilidade de visualização dos resultados das análises, espacialmente em um mapa, faz com que a compreensão por intermédio do analista seja de forma facilitada e clara. Esse tipo de tecnologia é chamada de Sistema de Informação Geográfica – SIG, mas essa tecnologia já era usada bem antes da invenção do computador.

Um bom exemplo disso é um caso acontecido na cidade de Londres em 1854. Nessa época Londres estava sofrendo uma grave epidemia de cólera, doença cuja forma de contaminação não se conhecia. Numa situação em que já havia ocorrido mais de 500 mortes, o doutor John Snow teve uma ideia: colocar no mapa da cidade a localização dos doentes de cólera e dos poços de água (naquele tempo, a fonte principal de água dos habitantes da cidade).

Com a espacialização dos dados, o doutor Snow percebeu que a maioria dos casos estava concentrada em torno do poço da Broad Street e ordenou que este fosse lacrado, o que contribuiu em muito para debelar a epidemia.

Esse caso forneceu evidência empírica para a hipótese (comprovada posteriormente) de que a cólera é transmitida por ingestão de água contaminada. Essa é uma situação típica em que a relação espacial entre os dados muito dificilmente seria inferida pela simples listagem dos casos de cólera e dos poços. O mapa do doutor Snow passou para a história como um dos primeiros exemplos que ilustram bem o poder explicativo da análise espacial e do GIS.

Segundo Korte (2001) ¹ , o SIG é uma ferramenta utilizada para análises de informação geográfica que usa funções de dados geométricos ligados a tabelas de atributos alfanuméricos. Essas ligações são feitas por meio de um identificador (chave).

Os dados geométricos e alfanuméricos, dessa forma interligados, suprem sistemas computacionais, o que possibilita a análise de problemas predeterminados. Um GIS permite a visualização espacial dos dados através de interfaces gráficas dos sistemas e/ou através da confecção de mapas impressos, nos quais são ilustradas as soluções de problemas.

A seguir, discorre-se sobre definições associadas ao GIS. 

raster1          raster2

Os dados espaciais são observações documentadas ou resultados da medição. A disponibilidade dos dados oferece oportunidades para a obtenção de informações. Os dados podem ser obtidos pela percepção, através dos sentidos (por exemplo, observação), ou pela execução de um processo de medição. Nesta seção descreveu - se quais são as características dos dados utilizados nos sistemas de informação geográfica – GIS.

Uma base de dados geográfica é um depósito de fatos ou conceitos do mundo real que possuem atributos convencionais e atributos espaciais que descrevem sua forma e indicam sua localização na Terra (sobre/sob).

O depósito de dados espaciais ocorre tanto na forma de sistemas de arquivos como na de sistemas de banco de dados. Como no sistema de banco de dados, existem diversas vantagens comparadas ao sistema mais tradicional de armazenamento de dados espaciais. A grande maioria dos aplicativos SIG ainda trabalha com sistemas de arquivos, perdendo assim todas as vantagens de um SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados). Ao utilizar um sistema de banco de dados, é primordial que os atributos convencionais e espaciais estejam relacionados, para que, a partir de tais dados, o usuário consiga encontrar determinada informação. Além disso, o banco de dados permite o relacionamento entre as entidades espaciais.

Sendo assim, a expressão "banco de dados espacial" pode ser usada quando se quer utilizar um repositório de dados com relações entre as entidades espaciais que descrevam a localização no espaço e sua forma de representação, nas notações de área, linha ou ponto.

Um banco de dados espacial é um dos principais componentes de um SIG, pois é nele que estão armazenados as referências da relação do dado com o mundo real, principalmente no que tange à geografia. Por meio do banco de dados espacial é possível um SIG realizar processamentos geométricos, análise espacial e fazer relação entre dados convencionais e espaciais.

 

 

  

¹ KORTE, G. B. The GIS Book, 2001. ISBN 0766828204

Fonte: Apostila SIGPAC – Ministério dos Transportes

Fonte imagens: http://cier.uchicago.edu/gis/gis.htm

 

 

 

SNV - Sistema Nacional de Viação – Rodoviário

Como forma de melhorar e modernizar o planejamento dos investimentos federais no setor de transporte, foi sancionada, em 06 de janeiro de 2011, a Lei nº 12.379, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Viação (SNV), sendo revogada a Lei 5.917, de 10 de setembro de 1973, que aprovou o Plano Nacional de Viação (PNV). Todavia, os projetos contidos no PNV foram mantidos no SNV.

O SNV, composto pelo Sistema Federal de Viação e pelos sistemas de viação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, é constituído pela infraestrutura física e operacional dos vários modos de transporte de pessoas e mercadorias, sob jurisdição dos diferentes entes da Federação.

Os modos de transporte do SNV compreendem os subsistemas: Rodoviário, Ferroviário, Aquaviário e Aeroviário.

O Subsistema Rodoviário Federal é composto por todas as rodovias administradas pela União.

 

Acesse aqui para fazer o download do SNV Rodoviário

 

Fim do conteúdo da página